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OUTUBRO ROSA: UMA CAMPANHA EM FAVOR DA MULHER

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Quando chega o mês de outubro as instituições públicas e diversas empresas se iluminam de rosa e inúmeras pessoas utilizam laços cor-de-rosa em suas roupas, por ocasião da campanha Outubro Rosa. Trata-se de um período importante cuja finalidade é reafirmar o movimento mundial de conscientização e mobilização pela detecção precoce do câncer de mama.

A cada ano mais pessoas, empresas e repartições públicas se engajam nessa grandiosa ação. Mas não basta a iluminação de monumentos públicos. É preciso que as mulheres se sensibilizem e comecem o mais rápido possível a realizar o autoexame e a se cuidar precocemente. Esse movimento começou em 1990, em Nova York, Estados Unidos, quando o laço cor-de-rosa foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, desde então promovida anualmente na cidade.

Posteriormente, em 1997, entidades das cidades norte-americanas de Yuba e Lodi começaram efetivamente a comemorar e fomentar ações voltadas à prevenção do câncer de mama, denominando a iniciativa como Outubro Rosa. Somente em 2008 a campanha chegou ao Brasil, por iniciativa da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama – Femama.

Estamos falando de uma doença grave, que é a quinta maior causa de mortes no mundo. É bom lembrar que, para iniciar os exames preventivos, a mulher não precisa ter nenhum histórico familiar da doença. Ela tem que entender, apenas, que entre 50 e 69 anos é o período eleito pelos médicos para que seja feito o rastreamento, sem descuidar dos exames regulares.

É bem verdade que o câncer de mama é uma batalha que todas nós, mulheres, temos condições de vencer. Mas o governo precisa fazer a sua parte e promover urgentemente a reestruturação da saúde pública. A falta de estrutura médico-logística é um dos problemas que as mulheres enfrentam. Não há mastologistas suficientes nos hospitais e nas clínicas do Sistema Único de Saúde – SUS, e quando se precisa realizar exames de mamografia, ultrassonografia e ecografia é travado outro embate. Além de médica, tenho um filho oncologista e conheço muito bem essa triste realidade.

O Instituto Nacional do Câncer (Inca) estima que, por ano, surjam 60 mil novos casos de câncer de mama no País, um número alarmante que precisa ser revertido o quanto antes. Se descoberta no início, a doença tem 95% de chance de cura. Só para se ter ideia, 25% dos casos de câncer em mulheres no mundo são de mama e, em 66,2% deles, é a própria mulher quem detecta os primeiros sinais da doença. Em 2013, último ano com dados disponíveis, 14.388 pessoas morreram de câncer de mama no Brasil, sendo 14.206 mulheres e 181 homens.

As mulheres ainda têm que conviver não apenas com o problema da doença em si, mas com a mutilação, o maior desafio. Atualmente, a legislação brasileira institui que a reparação do dano deva ser feita no ato da retirada do câncer, ou tão logo quanto for possível. E essa é uma decisão bastante positiva, haja vista os transtornos psicológicos que uma cirurgia como essa tem.

Diante de um quadro extremamente preocupante, não podemos desanimar, mesmo sabendo que a saúde pública no Brasil não tem sido capaz de garantir um atendimento de qualidade ao seu povo. Ainda bem que nós, mulheres, contamos com alguns remédios poderosos: amor, carinho e vontade de vencer.

Fonte: Hermes Pardini, disponível em: https://www3.hermespardini.com.br/pagina/2290/outubro-rosa–uma-campanha-em-favor-da-mulher.aspx

COMO O ESTRESSE MALTRATA O CORAÇÃO

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“Mais estudos são necessários para confirmar o mecanismo descritos no estudo de agora, mas os dados clínicos, ao estabelecer uma conexão entre estresse e doença cardiovascular, o identificam, portanto, como um fator de risco real para síndromes cardiovasculares agudas. Dado o aumento no número de pessoas com estresse crônicos, isso deveria ser levado em consideração nos exames clínicos, no consultório médico.”

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VACINA, ALIADA DA SAÚDE EM TODAS AS IDADES

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Dizer não à imunização é um erro que contribui para o aumento do risco de circulação de agentes patogênicos e ameaça o bem-estar coletivo. Calendário de vacinação deve ser seguido com rigor.

O medo em relação à imunização faz com que muitos pais não levem os filhos para vacinar, o que aumenta o risco de maior circulação de vírus, agentes de doenças infecciosas que já foram responsáveis por milhares de mortes. Especialistas alertam que os mitos em torno da vacinação prejudicam a cobertura vacinal e, consequentemente, a imunidade coletiva. “Advogar contra as vacinas é um desserviço à comunidade. É uma ação anticidadã que coloca em risco a saúde da pessoa e o bem estar da coletividade”, alerta Renato Kfouri, da Sociedade Brasileira de Imunizações.

A redução na cobertura vacinal em Pernambuco e no Ceará resultou em surtos de sarampo nos dois estados. De 2013 até este ano, foram registrados 971 casos em nove estados brasileiros, onde o vírus não circulava desde 2002. “A meta de erradicação foi atingida em 2002. Não podemos falar em erradicação, porque o vírus circulava em outro países, mas não tínhamos mais casos”, afirmou Marilene Lucinda, especialista em vacinas do Grupo Hermes Pardini. Segundo ela, de tempos em tempos surgem mitos que desencorajam as pessoas a se vacinar. Kfouri lembra que o surto em Pernambuco foi controlado no ano passado, mas ainda há o problema no Ceará.

Alguns grupos antivacina advogam que os processos de imunização podem resultar em doenças como o autismo e a esclerose múltipla. Foi o que ocorreu, na década de 1980, quando um médico inglês divulgou a informação de que a vacina contra o sarampo causava o autismo. “O profissional já foi até banido da medicina, mas muita gente acreditou nessa informação, embora não haja qualquer comprovação científica”, pontuou Marilene. Os médicos iniciam ampla campanha para que crianças e também adultos possam se vacinar e impedir que o vírus continue a circular. “É algo preocupante, pois o vírus já não circulava desde 2002. Fazemos um alerta para que as pessoas possam se vacinar”, disse. No entanto, ela descartou a possibilidade de uma epidemia.

Outro episódio recente aumentou o mito em relação à vacinação. No Rio Grande do Sul, um grupo de jovens se queixou de paralisia depois de tomar a vacina contra o HPV, vírus responsável pelo aparecimento do câncer de colo de útero. No entanto, o caso foi resultado de uma situação de estresse coletivo. “Foi uma paralisia temporária. No mesmo dia, voltaram a andar. Foram feitos exames de imagem que demonstraram que não havia nenhum problema”. Outro mito é que o excesso de vacina sobrecarregaria o sistema imunológico. “Não é verdade, as pessoas estão expostas a vírus e bactérias no convívio em sociedade. Isso por si só já estimula o sistema imunológico”.

A tríplice viral imuniza contra o sarampo, a caxumba e a rubéola. Deve ser aplicada a partir do primeiro ano de vida da criança em duas doses. A primeira imuniza em 93% e com a segunda a proteção chega quase à totalidade, 99%. Os adultos, que têm dúvida se tomaram as duas doses, devem se vacinar. Os especialistas alertam que não há aumento de efeitos colaterais quando a vacina é aplicada em adultos. Muita gente pensa que vacina é coisa para criança. Mas é um erro. Há um calendário de vacinação para diferentes períodos da vida, clique AQUI e confira.

Kfouri lembra que as vacinas representam uma revolução em termos de saúde pública. Em todo o mundo contribuíram para o controle de doenças como varíola, poliomielite, coqueluche e tétano, que matavam milhares de pessoas. “A vacinação é uma das melhores ferramentas de promoção da saúde pública, só perde em benefício para a água potável. As vacinas ampliaram a expectativa de vida quando ajudaram a diminuir drasticamente doenças como o sarampo, a diarreia, entre outras”, diz.

As vacinas estimulam o sistema imunológico a produzir uma resposta aos agentes estranhos como vírus e bactérias. Elas são feitas com antígenos, que são vírus e bactérias inativos ou atenuados, que em contato com o organismo estimulam uma resposta. “O vírus ou bactéria enfraquecidos estimulam o sistema imunológico sem produzir a doença”. Em linhas gerais, é como se o organismo se organizasse para combater os corpos estranhos que não terão nenhum efeito, já que estão inativos. O corpo cria uma memória imunológica ativada quando o organismo entra em contato de fato com o vírus ou bactéria de uma doença. “O organismo produz níveis altos de anticorpos e inibe a manifestação da doença”.

O Programa Nacional de Imunizações (PNI) corresponde ao conjunto de vacinas consideradas de interesse prioritário à saúde pública. A população conta com 12 vacinas recomendadas, desde o nascimento até a terceira idade, e distribuídas gratuitamente nos postos de vacinação da rede pública. No entanto, é possível encontrar outras vacinas na rede complementar.

DOENÇAS RESPIRATÓRIAS

As doenças respiratórias são uma das principais causas de mortalidade infantil. Juntamente com influenza e coqueluche, o vírus sincicial respiratório (VSR) é responsável por grande parte das internações das crianças. Até os 2 anos de idade, todas as crianças terão se contaminado pelo menos uma vez com VSR. A Sociedade Brasileira de Imunização e a Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam a imunização contra o VSR. Segundo especialistas, a medida reduz em 55% o risco de internação em bebês prematuros e em 45% o risco de internação dos bebês com cardiopatia congênita.

A imunização para bebês prematuros, ou com cardiopatia congênita, ou broncodisplasia pulmonar, está disponível pelo Sistema Único de Saúde. É recomendada a vacinação nos meses de maior circulação do vírus, entre janeiro e junho. Dados oficiais do sistema de vigilância epidemiológica para influenza demonstram maior circulação desse vírus nos meses de abril e maio na Região Sudeste.

Os especialistas alertam que a infecção pelo vírus pode ser confundida com um resfriado em caso de crianças acima de 2 anos e adultos. Em crianças prematuras ou portadoras de doenças cardíacas congênitas e displasia broncopulmonar (DBP), o vírus pode dobrar o tempo de hospitalização da criança, ou sua permanência em unidades de tratamento intensivo, devido a problemas respiratórios. Ao vírus também são atribuídas hospitalizações constantes (três vezes mais do que bebês nascidos a termo). Bronquiolite e pneumonia são as consequências mais comuns.

Fonte:Hermes Pardini, disponível em: https://www3.hermespardini.com.br/pagina/1468/vacina–aliada-da-saude-em-todas-as-idades.aspx

EM 40 ANOS, DOBRA NÚMERO DE PESSOAS COM PRESSÃO ALTA NO MUNDO

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Uma das principais conclusões do estudo é de que a proporção de pessoas com pressão alta caiu abruptamente em países de alta renda e aumentou em vários países de baixa renda, especialmente na África e na Ásia.

São Paulo – O número de pessoas com pressão alta no mundo dobrou nos últimos 40 anos e chegou a 1,13 bilhão, de acordo com um novo estudo publicado ontem na revista científica The Lancet. A maior pesquisa do gênero já realizada envolveu uma equipe de centenas de cientistas e usou dados de medição de pressão sanguínea de 20 milhões, em praticamente todos os países, entre 1975 e 2015. Uma das principais conclusões do estudo é de que a proporção de pessoas com pressão alta caiu abruptamente em países de alta renda e aumentou em vários países de baixa renda, especialmente na África e na Ásia. O trabalho foi liderado por cientistas do Imperial College London (Reino Unido) e teve participação da Organização Mundial da Saúde (OMS).

”A pressão alta não está mais ligada à riqueza, como em 1975, agora ela é uma premente questão de saúde ligada à pobreza”, disse o autor principal do estudo, Majid Ezzati, do Imperial College. Os cientistas dizem ainda não saber a razão exata da redução de problemas com a pressão nos países mais ricos, mas, de acordo com um dos autores, James Bentham, também do Imperial College, é provável que a tendência tenha ligação com melhor acesso a sistemas de saúde, diagnósticos, medicamentos e aumento do consumo de frutas e vegetais.

”Também há cada vez mais evidências de que a nutrição insuficiente nos primeiros anos de vida aumente o risco de pressão alta na vida adulta, o que pode explicar por que o problema está aumentando nos países pobres”, disse Bentham. Segundo o estudo, na maior parte dos países os homens têm mais pressão alta do que as mulheres: em 2015, eram 597 milhões de homens com o problema, ante 529 milhões de mulheres. Além disso, metade dos adultos com pressão alta no mundo vive na Ásia ? 226 milhões na China e 200 milhões na Índia.

Os países com as proporções mais baixas da população com pressão alta são Coreia do Sul, Estados Unidos, Canadá, Peru e Cingapura Os que têm as proporções mais altas entre os homens estão todos na Europa central e oriental: Croácia, Letônia, Lituânia, Hungria e Eslovênia. As proporções mais altas entre mulheres estão na África: Níger, Chade, Mali, Burkina Faso e Somália.

Melhora no Brasil

O Brasil teve uma queda considerável na proporção da população com pressão alta nos últimos 40 anos, segundo Bentham. ?Em alguns locais de renda média, temos padrões similares aos de países de alta renda, onde a proporção de pessoas com pressão alta está caindo. No Brasil, por exemplo, entre 1975 e 2015, a proporção caiu de 35,5% para 26,7% entre os homens e de 33,7% para 19,9% entre as mulheres?, disse o pesquisador.

Segundo ele, porém, o estudo mostra claramente que a situação econômica está ligada à queda da pressão sanguínea. O pesquisador afirma que os esforços no combate à epidemia de pressão alta devem ser concentrados nos países de baixa e média renda. ”Esse é um dos mais urgentes desafios globais na área de saúde. Os países precisam de meios e regulação adequados para melhorar o acesso à comida de alta qualidade, especialmente frutas e vegetais, além de reduzir o sal na comida. É preciso também fortalecer os sistemas de saúde para identificar as pessoas com pressão alta precocemente, além de melhorar o acesso ao tratamento e à medicação.”

Fonte: Hermes Pardini, disponível em: https://www3.hermespardini.com.br/pagina/2128/em-40-anos–dobra-numero-de-pessoas-com-pressao-alta-no-mundo.aspx

10 COISAS QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE DIABETES

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O diabetes se caracteriza pela deficiência de produção e/ou de ação da insulina. O diabetes tipo 1 é resultante da destruição autoimune das células produtoras de insulina. O diagnóstico desse tipo de diabetes acontece, em geral, durante a infância e a adolescência, mas pode também ocorrer em outras faixas etárias.

Já no diabetes tipo 2, o pâncreas produz insulina, mas há incapacidade de absorção das células musculares e adiposas. Esse tipo de diabetes é mais comum em pessoas com mais de 40 anos, acima do peso, sedentárias, sem hábitos saudáveis de alimentação, mas também pode ocorrer em jovens.

Confira 10 coisas que você precisa saber sobre os dois tipos mais comuns de diabetes:

  1. No tratamento do diabetes, o ideal é que a glicose fique entre 70 e 100mg/dL. A partir de 100mg/dL em jejum ou 140mg/dL duas horas após as refeições, considera-se hiperglicemia e, abaixo de 70mg/dL, hipoglicemia. Se a glicose permanecer alta demais por muito tempo, haverá mais possibilidade de complicações de curto e longo prazo. A hipoglicemia pode causar sintomas indesejáveis e com complicações que merecem atenção.
  2. Tanto insulina, quanto medicação oral podem ser usadas para o tratamento do diabetes. A insulina é sempre usada no tratamento de pacientes com diabetes tipo 1, mas também pode ser usada em diabetes gestacional e diabetes tipo 2 (quando o pâncreas começa a não produzir mais insulina em quantidade suficiente). A medicação oral é usada no tratamento de diabetes tipo 2 e, dependendo do princípio ativo, tem o papel de diminuir a resistência à insulina ou de estimular o pâncreas a produzir mais desse hormônio.
  3. A prática de exercícios pode ajudar a controlar a glicemia e a perder gordura corporal, além de aliviar o estresse. Por isso, pessoas com diabetes devem escolher alguma atividade física e praticar com regularidade, sob orientação médica e de um profissional de educação física.
  4. A contagem de carboidratos se mostra muito benéfica para quem tem diabetes. Os carboidratos têm o maior efeito direto nos níveis de glicose, e esse instrumento permite mais variabilidade e flexibilidade na alimentação, principalmente para quem usa insulina, pois a dose irá variar conforme a quantidade de carboidratos. Isso acaba com a rigidez no tratamento de antigamente, quando as doses de insulina eram fixas, e a alimentação também devia ser. É importante ter a orientação de um nutricionista.
  5. As tecnologias têm ajudado no tratamento do diabetes. Os aparelhos vão desde os glicosímetros (usados para medir a glicose no sangue) até bombas de infusão de insulina e sensores contínuos de monitorização da glicose.
  6. Se o diabetes não for tratado de forma adequada, podem surgir complicações, como retinopatia, nefropatia, neuropatia, pé diabético, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral, entre outros. Se o paciente já estiver com diagnóstico de complicação crônica, há tratamentos específicos para ajudar a levar uma vida normal.
  7. A educação em diabetes é muito importante para o tratamento. Não só o paciente precisa ser educado, mas também seus familiares e as pessoas que convivem com ele. Assim, o paciente pode ter o auxílio e o suporte necessários para um bom tratamento e tomar as decisões mais adequadas com base em conhecimento.
  8. Muitos casos de diabetes tipo 2 podem ser evitados quando se está dentro do peso normal, com hábitos alimentares saudáveis e com prática regular de atividade física.
  9. O fator hereditário é mais determinante no diabetes tipo 2. Ainda se estuda o que desencadeia o diabetes tipo 1 e, por enquanto, as infecções, principalmente virais, parecem ser as maiores responsáveis pelo desencadeamento do processo autoimune. No tipo 2, os casos repetidos de diabetes em uma mesma família são comuns, enquanto a recorrência familiar do diabetes tipo 1 é muito pouco freqüente.
  10. Ainda não há cura para o diabetes. Porém, estão sendo realizados estudos que, no futuro, podem levar à cura. Para o diabetes tipo 1, está sendo estudada a terapia com células-tronco em pacientes recém-diagnosticados. Já para o diabetes tipo 2, os estudos com a cirurgia de redução de estômago (gastroplastia) têm mostrado aparentes bons resultados, mesmo em pacientes que não estão acima do peso. Salienta-se que esses métodos ainda são absolutamente experimentais.

Fonte: Hermes Pardini, disponível em: https://www3.hermespardini.com.br/pagina/1683/10-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-diabetes.aspx

ANSIEDADE INFANTIL: UM TRANSTORNO QUE MERECE ATENÇÃO DE PAIS E MÃES

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De acordo com a Associação Americana de Ansiedade e Depressão, uma em cada oito crianças pode apresentar sintomas de ansiedade, desenvolvendo de quadros mais leves até os patológicos. E, para os especialistas, esse número tende a aumentar por causa da rotina atribulada e cheia de cobranças da vida moderna.

Segundo o neurologista Cláudio Costa, especializado em neurologia infanto-juvenil e professor da Faculdade Ipemed, em Belo Horizonte, é necessário saber diferenciar o que é a ansiedade em excesso. “(A ansiedade) trata-se de uma reação normal do organismo diante de qualquer ameaça à integridade do ser, que pode ser real ou imaginária. Mas se há alguma reação neurofisiológica que implica alterações físicas ou comportamentais, deve-se ficar de olho”, explica.

Ele orienta que pais ou responsáveis devem estar atentos a sinais emocionais como tristeza, medo, preocupação, alterações repentinas de humor, crises de choro e isolamento. Já os sintomas físicos podem incluir distúrbios do sono, agitação, alterações gastrointestinais e náuseas.

Observação e diálogo. Ficar de olho no cotidiano das crianças é um dos segredos, de acordo com o neurologista. “A observação e o diálogo são ferramentas imprescindíveis para que se perceba, na criança ou no adolescente, possíveis sinais de sofrimento”, afirma.

Na opinião, da psicopedagoga Beatriz Martins, especialista em psicologia infantil, o que os pequenos fazem e sentem relaciona-se com o que pensam. “Ensinar a criança a mudar a sua forma de pensar pode ajudá-la ter controle sobre a ansiedade”, diz.

O tratamento, segundo ela, vai depender do grau de ansiedade diagnosticado. “Se for uma questão mais emocional, temos a terapia cognitiva comportamental. Em situações mais graves – muito raras – , temos uma terapia multidisciplinar com o acompanhamento de profissionais como psicólogo e psiquiatra”, esclarece a especialista.

Choro, birra e medo a quase todo momento

Sophia Rosa, 3, é tão ativa que só para na hora de dormir. Segundo Polliana Rosa, mãe da menina, ela não fica com o mesmo brinquedo por muito tempo. Se está sozinha, chora e sai pela casa à procura da primeira pessoa que aparecer. “Uma das únicas coisas que a faz parar é o celular. Quando o entrego, ela consegue ficar quietinha por um bom tempo. Se tiro (o celular), começa tudo de novo”, conta.

A mãe decidiu falar com o pediatra de Sophia sobre os sintomas. “Acho ela muito nova para ter esse tipo de coisa, mas o médico me pediu para esperar alguns meses e ver se esse comportamento vai continuar, já que pode ser uma fase”, diz. Caso algum quadro grave seja diagnosticado, Polliana afirma que vai seguir a orientação do médico e buscar tratamento adequado.

Fonte: Hermes Pardini, disponível em: https://www3.hermespardini.com.br/pagina/2312/ansiedade-infantil–um-transtorno-que-merece-atencao-de-pais-e-maes.aspx

POR QUE DOENÇAS CONTROLADAS ESTÃO RESSURGINDO NO SÉCULO 21

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Dentre os avanços no serviço de saúde no Brasil está a vacinação. Estamos entre os países mais avançados na área. Doenças como o sarampo, meningite, coqueluche, hepatite, entre outras, hoje, estão controladas graças ao elevado índice de imunização. Enfermidades que, há poucas décadas, registravam números de óbitos preocupantes, principalmente em crianças.

No último ano, vivemos a chegada da vacina da dengue pelas redes particulares, o que foi um ganho enorme para o controle da doença. Além disso, o Brasil tem avançado na vacina brasileira, além de estar investido em pesquisas para o desenvolvimento de outras vacinas, como contra o zika e a chikungunya.

Entretanto, nos últimos anos, uma das doenças erradicadas no Brasil alertou as autoridades de saúde. Trata-se do sarampo. Após o registrado 147 casos em quatro países das Américas, sendo 121 nos Estados Unidos, 21 no Brasil, quatro no Canadá e um no México, a Organização Mundial de Saúde (OMS) e a Pan-Americana de Saúde (Opas) emitiram um alerta ao continente Americano quanto ao risco de disseminação. Mas como uma doença controlada pode ganhar força novamente? É o que vou tentar responder.

Em 2002, atingiu-se a impressionante meta de interromper a circulação do sarampo nas Américas. No entanto, desde 2003, e mais drasticamente em 2013 e 2014, houve um absurdo aumento do número de casos, não só nas regiões em desenvolvimento, como Brasil e México, mas também nos Estados Unidos e Canadá, o que trouxe maior preocupação às organizações de saúde. Entre 2003 e 2014 atingiu-se o número de 5.077 infectados. No Brasil, já são 971 casos em nove estados: Ceará, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, São Paulo, Santa Catarina e Roraima. O Canadá recentemente teve duas epidemias nas províncias de Ontário e Quebéc. Os Estados Unidos vivem atualmente um surto epidêmico no estado da Califórnia, mas com casos em outros 17 estados.

O sarampo é uma doença viral, de fácil disseminação, que possui altas taxas de mortalidade entre crianças menores de cinco anos. Até o final dos anos 70, era uma das principais causas de óbito no Brasil, dentre as doenças infectocontagiosas, sobretudo em menores de cinco anos, em decorrência de complicações, especialmente a pneumonia. Na década de 80, houve um declínio gradativo no número de óbitos. Essa redução foi atribuída ao aumento da cobertura vacinal e à melhoria da assistência médica ofertada às crianças com complicações pós-sarampo. Em 1992, o Brasil adotou a meta de eliminação do sarampo para o ano 2000, com a implantação do Plano Nacional de Eliminação do Sarampo, cujo marco inicial foi à realização da primeira campanha nacional de vacinação. Mas se a doença estava controlada, onde retrocedemos?

Os movimentos anti-vacina tem sido apresentados como os principais responsáveis. Atualmente, nos países que conseguem manter altos níveis de cobertura vacinal, a incidência do sarampo é reduzida. No entanto, a autonomia adquirida pela população para a prática não científica da medicina, baseada em fatos não comprovados, via redes sociais ou sites leigos, tem trazido prejuízos. Este movimento de desconstrução progressiva da autoridade médica tem contribuindo bastante para os extremos de negação das evidências científicas. Exemplo são os pais ideologicamente contra a vacinação na Califórnia/EUA, que gerou número suficiente de pessoas desprotegidas contra o vírus do sarampo, levando à epidemia.

Hoje, os médicos se tornaram quase dispensáveis. Claro que a autoridade absoluta do médico não é saudável. Mas negá-la a ponto de colocar crianças em risco, como no caso dos movimentos anti-vacinas não é o caminho. A sociedade precisa voltar ouvir os argumentos científicos da medicina baseada em evidências para que não ocorra ressurgimento de outras doenças do passado.

A vacinação continua sendo a forma mais segura de prevenção contra as doenças infectocontagiosas. Por isso fica o alerta: se informem antes de acreditar em boatos. As vacinas são seguras, desenvolvidas com base em estudos científicos. Atualizem o cartão de vacinas. Não coloquem a saúde em risco.

(Marilene Lucinda, médica responsável pelo serviço de vacinas do Hermes Pardini)

Fonte: Hermes Pardini, Disponivel em: https://www3.hermespardini.com.br/pagina/2190/por-que-doencas-controladas-estao-ressurgindo-no-seculo-21.aspx

Sofre de enxaqueca? Fique atento aos riscos que a doença pode oferecer à sua saúde.

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A enxaqueca é uma doença hereditária que pode atrapalhar e muito o dia a dia das pessoas que sofrem desse mal. Apesar de ser uma doença séria, muitos a tratam como uma simples dor de cabeça e acabam recorrendo a automedicação na tentativa do alivio rápido da dor.

Uma pesquisa realizada pela Academia Brasileira de Neurologia (ABN), com 2,3 mil pessoas, mostrou que mais de 80% dos entrevistados se automedicaram para combater suas crises, 58% indicaram medicamentos para outras pessoas e 50% aceitaram as recomendações.

Ocorre que o uso excessivo de analgésicos sem orientação médica pode contribuir para a evolução da doença, onde uma dor que antes era episódica transforma-se em uma dor crônica, cada vez mais forte e diária, criando um processo de dependência, onde o organismo passa a exigir doses cada vez maiores e medicamentos cada vez mais fortes.


Considerada uma doença incapacitante (que produz incapacidade parcial para desempenhar as tarefas cotidianas e as atividades laborais do ser humano), a enxaqueca atinge cerca de 15% da população mundial.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente 30 milhões de brasileiros sofrem da doença. A maioria são mulheres, que além dos fatores listados acima, sofrem com fatores hormonais, principalmente devido ao uso de anticoncepcionais que podem contribuir para o aumento do risco de se desenvolver doenças cardiovasculares, como infarto e AVC.

Pesquisas realizadas na Dinamarca e nos estados unidos apontam que:

Apesar de ser uma doença comum, ainda não existem medicamentos específicos para a enxaqueca, quadros crônicos geralmente são tratados com remédios específicos para outras enfermidades, como por exemplo: epilepsia, depressão e até doenças cardíacas. É fundamental o acompanhamento médico, uma vez que as substâncias contidas nos medicamentos podem ocasionar efeitos colaterais importantes.

Registrar as manifestações e crises em um caderno de anotações, como por exemplo a intensidade e localização da dor, horários e sintomas, são importantes e auxiliam o médico a traçar o melhor tipo de tratamento para o paciente.

Fonte: Diagnóstico do Brasil, disponível em: http://www.diagnosticosdobrasil.com.br/blog/noticia/sofre-de-enxaqueca-fique-atento-aos-riscos-que-doenca-pode-oferecer-sua-saude/

Exposição solar e os riscos de câncer de pele.

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Durante a maior parte do dia estamos expostos a situações e substâncias que causam danos na pele, no verão principalmente, os cuidados precisam ser redobrados devido as radiações solares UV, A e B, responsáveis por lesionar o interior das células. As células lesionadas se reproduzem, deixando marcas e contribuindo para o desenvolvimento de câncer de pele.
Nem toda pinta ou “sinal” pode ser considerado um câncer e, justamente por isso, é comum não dar atenção quando uma manchinha nova aparece no corpo. Infelizmente, esse descuido natural pode dificultar o diagnóstico precoce e o tratamento da doença.
O tipo não melanoma é o mais comum no Brasil e corresponde a 30% de todos os tumores malignos registrados. Esse tipo de neoplasia apresenta tumores de diferentes tipos, o mais incidente e menos agressivo é o carcinoma basocelular.
Já o tipo melanoma tem origem nos melanócitos (células produtoras de melanina, substância que determina a cor da pele) e apesar de ser responsável pelos casos mais graves, com maior índice letal, este tipo de câncer de pele representa apenas 3% das neoplasias malignas do órgão.

Observe seu corpo e procure um médico caso perceba algum sinal diferente.

Fonte: Diagnósticos do Brasil, disponível em: http://www.diagnosticosdobrasil.com.br/blog/noticia/exposicao-solar-e-os-riscos-de-cancer-de-pele/

Novo painel de Câncer Hereditário

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Segundo levantamento realizado pelo INCA a estimativa para o biênio 2016-2017 aponta a ocorrência de cerca de 600 mil casos novos de câncer no Brasil. Uma parcela signicativa destes refere-se a tumores ou cânceres hereditários, que são herdados da linhagem familiar através de mutações germinativas.

A detecção das alterações genéticas é crucial para orientar o oncologista a uma conduta médica personalizada. Essas informações geradas são fundamentais para o Aconselhamento genético.

O rastreamento de mutações através da análise monogênica pode demandar muito tempo, o que causa ansiedade por parte do paciente além de postergar a atuação assertiva do médico. Como solução, o Grupo Hermes Pardini implantou o teste “Painel de Câncer Hereditário”, um teste molecular realizado a partir do sangue total executado através da metodologia de Sequenciamento de Nova Geração (NGS), em que são analisados 40 genes de uma só vez relacionados à oncogênese de acordo com os principais bancos de dados da literatura cientíca mundial.

Os genes estudados neste teste estão relacionados a diversos tipos de cânceres hereditários, sendo eles:

Fonte: Hermes Pardini, disponível em: https://www3.hermespardini.com.br/pagina/2151/novo-painel-de-cancer-hereditario.aspx

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