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Sofre de enxaqueca? Fique atento aos riscos que a doença pode oferecer à sua saúde.

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A enxaqueca é uma doença hereditária que pode atrapalhar e muito o dia a dia das pessoas que sofrem desse mal. Apesar de ser uma doença séria, muitos a tratam como uma simples dor de cabeça e acabam recorrendo a automedicação na tentativa do alivio rápido da dor.

Uma pesquisa realizada pela Academia Brasileira de Neurologia (ABN), com 2,3 mil pessoas, mostrou que mais de 80% dos entrevistados se automedicaram para combater suas crises, 58% indicaram medicamentos para outras pessoas e 50% aceitaram as recomendações.

Ocorre que o uso excessivo de analgésicos sem orientação médica pode contribuir para a evolução da doença, onde uma dor que antes era episódica transforma-se em uma dor crônica, cada vez mais forte e diária, criando um processo de dependência, onde o organismo passa a exigir doses cada vez maiores e medicamentos cada vez mais fortes.


Considerada uma doença incapacitante (que produz incapacidade parcial para desempenhar as tarefas cotidianas e as atividades laborais do ser humano), a enxaqueca atinge cerca de 15% da população mundial.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), aproximadamente 30 milhões de brasileiros sofrem da doença. A maioria são mulheres, que além dos fatores listados acima, sofrem com fatores hormonais, principalmente devido ao uso de anticoncepcionais que podem contribuir para o aumento do risco de se desenvolver doenças cardiovasculares, como infarto e AVC.

Pesquisas realizadas na Dinamarca e nos estados unidos apontam que:

Apesar de ser uma doença comum, ainda não existem medicamentos específicos para a enxaqueca, quadros crônicos geralmente são tratados com remédios específicos para outras enfermidades, como por exemplo: epilepsia, depressão e até doenças cardíacas. É fundamental o acompanhamento médico, uma vez que as substâncias contidas nos medicamentos podem ocasionar efeitos colaterais importantes.

Registrar as manifestações e crises em um caderno de anotações, como por exemplo a intensidade e localização da dor, horários e sintomas, são importantes e auxiliam o médico a traçar o melhor tipo de tratamento para o paciente.

Fonte: Diagnóstico do Brasil, disponível em: http://www.diagnosticosdobrasil.com.br/blog/noticia/sofre-de-enxaqueca-fique-atento-aos-riscos-que-doenca-pode-oferecer-sua-saude/

Exposição solar e os riscos de câncer de pele.

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Durante a maior parte do dia estamos expostos a situações e substâncias que causam danos na pele, no verão principalmente, os cuidados precisam ser redobrados devido as radiações solares UV, A e B, responsáveis por lesionar o interior das células. As células lesionadas se reproduzem, deixando marcas e contribuindo para o desenvolvimento de câncer de pele.
Nem toda pinta ou “sinal” pode ser considerado um câncer e, justamente por isso, é comum não dar atenção quando uma manchinha nova aparece no corpo. Infelizmente, esse descuido natural pode dificultar o diagnóstico precoce e o tratamento da doença.
O tipo não melanoma é o mais comum no Brasil e corresponde a 30% de todos os tumores malignos registrados. Esse tipo de neoplasia apresenta tumores de diferentes tipos, o mais incidente e menos agressivo é o carcinoma basocelular.
Já o tipo melanoma tem origem nos melanócitos (células produtoras de melanina, substância que determina a cor da pele) e apesar de ser responsável pelos casos mais graves, com maior índice letal, este tipo de câncer de pele representa apenas 3% das neoplasias malignas do órgão.

Observe seu corpo e procure um médico caso perceba algum sinal diferente.

Fonte: Diagnósticos do Brasil, disponível em: http://www.diagnosticosdobrasil.com.br/blog/noticia/exposicao-solar-e-os-riscos-de-cancer-de-pele/

Novo painel de Câncer Hereditário

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Segundo levantamento realizado pelo INCA a estimativa para o biênio 2016-2017 aponta a ocorrência de cerca de 600 mil casos novos de câncer no Brasil. Uma parcela signicativa destes refere-se a tumores ou cânceres hereditários, que são herdados da linhagem familiar através de mutações germinativas.

A detecção das alterações genéticas é crucial para orientar o oncologista a uma conduta médica personalizada. Essas informações geradas são fundamentais para o Aconselhamento genético.

O rastreamento de mutações através da análise monogênica pode demandar muito tempo, o que causa ansiedade por parte do paciente além de postergar a atuação assertiva do médico. Como solução, o Grupo Hermes Pardini implantou o teste “Painel de Câncer Hereditário”, um teste molecular realizado a partir do sangue total executado através da metodologia de Sequenciamento de Nova Geração (NGS), em que são analisados 40 genes de uma só vez relacionados à oncogênese de acordo com os principais bancos de dados da literatura cientíca mundial.

Os genes estudados neste teste estão relacionados a diversos tipos de cânceres hereditários, sendo eles:

Fonte: Hermes Pardini, disponível em: https://www3.hermespardini.com.br/pagina/2151/novo-painel-de-cancer-hereditario.aspx

AN