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Dicas de saúde

OUTUBRO ROSA | PREVENÇÃO FAZ BEM PRA VOCÊ!

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VOCÊ SABIA?
O câncer de mama tem até 90% de chance de cura quando diagnosticado em estágio inicial.

Como anda sua saúde? Seus exames preventivos estão em dia?
Quando o assunto é saúde da mulher, faz bem ter em quem confiar. Confira todos os exames que são importantes:

MAMOGRAFIA
A mamografia é o principal exame por imagem para rastreamento do câncer de mama em fase inicial. Esse exame detecta pequenas lesões que muitas vezes não são identificadas por meio do autoexame da mama.

A Sociedade Brasileira de Mastologia recomenda que mulheres, a partir dos 40 anos, façam seus exames de mamografia anualmente. E que, para mulheres com idade entre 50 e 69 anos, o intervalo entre os exames não exceda 2 anos.

ULTRASSOM
Simples e seguro, o ultrassom deve ser realizado mediante indicação médica e faz parte dos exames preventivos regulares.

  • Ultrassonografia das mamas
    Analisa, de forma precisa, os tecidos das mamas, detectando nódulos, lesões e possíveis tumores*.

*O ultrassom é um exame complementar, não substituindo a mamografia.

  • Ultrassonografia transvaginal ou endovaginal
    Analisa a estrutura dos órgãos reprodutivos femininos (ovários, útero e colo uterino), detectando possíveis alterações relacionadas a endometriose, cistos ovarianos e outros.

RESSONÂNCIA MAGNÉTICA
A ressonância magnética é um método de diagnóstico por imagem altamente eficiente para identificar lesões e alterações em diferentes órgãos. O exame de ressonância para as mamas também é muito utilizado em casos de discordância entre resultados de ultrassom e mamografia na análise de nódulos.

Mulheres com próteses mamárias podem encontrar dificuldades em perceber alterações apenas pelo autoexame. Por isso, os exames por imagem são essenciais para um diagnóstico preciso, sendo a ressonância o mais indicado nesses casos.

VACINA HPV (QUADRIVALENTE)
A vacina contra HPV atua de forma eficiente na prevenção a diversas doenças causadas pelo vírus do papiloma humano. Devem ser aplicadas 3 doses em mulheres de 9 a 45 anos.
Estima-se que pelo menos 50% da população sexualmente ativa já tenha sido infectada por algum tipo de HPV e, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as mulheres são as maiores vítimas dessa DST.

Fonte: Hermes Pardini, disponível em: https://www3.hermespardini.com.br/pagina/2339/outubro-rosa—prevencao-faz-bem-pra-voce-.aspx

ALERGIA E INTOLERÂNCIA ALIMENTAR: CONHEÇA AS CARACTERÍSTICAS DE CADA UMA DELAS

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Alguns tipos de alimentos que ingerimos causam reações repetidas e anormais em nosso organismo chamadas de reações adversas ao alimento. Essas reações adversas são divididas em Alergia Alimentar e Intolerância Alimentar.

A Alergia Alimentar é causada por uma reação em nosso sistema imunológico a um componente do alimento provocando, em geral, sintomas relevantes e que necessitam investigação. Usualmente, nosso sistema imune produz anticorpos para combater esses componentes dos alimentos, o que resulta em liberação de histamina e outras substâncias no nosso organismo. Os testes de pele ou as pesquisas no sangue podem confirmar o tipo de alergia quando correlacionado com os sintomas.

Essas manifestações são mais comuns em pessoas que têm membros da família com alergias, sugerindo que tenha um fator genético ou hereditário envolvido. Pode ser desencadeada por
uma quantidade mínima do alimento, toda vez que ele é consumido.

Os sintomas da alergia em geral se desenvolvem rapidamente e podem variar desde acometimento em pele, sintomas gastrointestinais e sintomas respiratórios, até a uma reação mais severa que é a anafilaxia, levando à dificuldade respiratória, tonturas e perda de consciência que, se não forem tratadas imediatamente, pode ser fatal.

Os componentes alimentares que mais causam alergias incluem leite de vaca, ovos, soja, trigo, crustáceos, frutas, amendoim e castanhas.

Já a Intolerância Alimentar é o termo utilizado para designar reações não imunológicas. Pode ser decorrente de doenças metabólicas, intoxicações, deficiências enzimáticas ou outros transtornos. É a reação adversa ao alimento mais comum, porém seus sintomas não são tão óbvios como a alergia e pode demorar a ser diagnosticada.

Felizmente, não ameaça a vida, mas pode causar muito desconforto. As reações ao alimento são tardias e ocorrem várias horas ou dias após sua ingestão, em geral com gases, diarreia, constipação, eczema ou dor articular.

As intolerâncias mais comuns são à lactose e ao glúten.

Você já pode agendar o seu Teste de Intolerância Alimentar (Food Detective) no Laboratório Unidos, entre em contato conosco e tire suas dúvidas.

Fonte: Hermes Pardini, disponível em:
https://www3.hermespardini.com.br/pagina/1711/alergia-e-intolerancia-alimentar–conheca-as-caracteristicas-de-cada-uma-delas.aspx

OSSOS MAIS FORTES

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A saúde é uma área muito ampla e, principalmente, delicada, que envolve uma série de cuidados para a manutenção do bem-estar das pessoas. Várias doenças temidas atualmente, como câncer, Alzheimer e AVC, são sintomáticas e, conseguindo um diagnóstico precoce e estando alerta o tempo todo, a cura torna-se muito mais fácil e tranquila. No entanto, outras doenças podem não se manifestar e acometer as pessoas de surpresa, como é o caso da osteoporose.

Essa é uma doença metabólica, que gera a perda mineral óssea em um nível que o paciente pode, a qualquer momento, ter uma fratura por fraqueza dos ossos. Em linhas gerais, caracteriza-se pela perda da massa óssea, que leva à perda progressiva de elasticidade e homogeneidade. Uma das maiores preocupações quanto à osteoporose ocorre em seu estágio inicial, pois a perda de massa óssea é assintomática, dificultando o diagnóstico médico e a percepção do paciente. Quando a perda é significativa, já tendo ultrapassado os estágios iniciais, algumas alterações clínicas são visíveis no paciente. Um exemplo comum é a diminuição da estatura e aparição da cifose dorsal, popularmente conhecida como desvio na coluna, que deixa as costas do paciente tortas.

A doença, normalmente, ataca mulheres acima dos 50 anos e permanece para o resto da vida. A incidência de osteoporose em mulheres na menopausa é muito maior do que em homens. Segundo o ginecologista e obstetra do Hospital das Clínicas Luiz Fernando Dias Gerheim, a cada seis mulheres que manifestam a doença identifica-se um caso em homens. “É uma doença assintomática. Às vezes, o primeiro sinal se dá por uma fratura espontânea. Quando a mulher entra na menopausa, a incidência cresce muito, pois os esteroides gonadais (hormônios sexuais) que não são mais produzidos no ovário serviam de carregador de cálcio para os ossos. Qualquer pessoa pode perder cerca de 2% da massa óssea a cada 10 anos, mas, no pós-menopausa, ela passa a perder de 2% a 5% ao ano”, detalha.

O médico alerta as mulheres que entram na menopausa e abandonam a reposição hormonal. “Se a mulher entra na menopausa e sai da reposição hormonal (anticoncepcional), pode ser que ela tenha uma perda exagerada de massa óssea”, complementa.

Homens também devem se prevenir

Como o homem tem estabilidade contínua na produção desses hormônios, a aparição de osteoporose é bem reduzida com relação às chances femininas. No entanto, ele também deve estar sempre atento aos fatores de risco e sempre se prevenir. No período em que a mulher menstrua, as chances da doença são semelhantes às dos homens. O diagnóstico se dá por meio da densitometria óssea, um tipo de exame de imagem. “Para identificar melhor a doença, deve ser feito o rastreamento dos fatores de risco, que seriam, principalmente, em mulheres que já entraram na menopausa. Além delas, mulheres magras (menos de 50 quilos), fumantes e pacientes que usam corticoides (anti-inflamatório hormonal) também estão sujeitos. Lembrando que o osso está sempre produzindo e destruindo a massa óssea. O osso é um órgão vivo e, quando as células que os fazem (osteoblastos) são menores em número do que as que os desconstroem (osteoclastos), é que começa a osteoporose”, reforça.

As pessoas que sofrem da doença podem ter fraturas em todo o corpo, porém, os locais de maior risco para a saúde são no colo do fêmur e na coluna. Segundo o ortopedista Fabrício Bertolini, casos da doença no colo do fêmur são tratados apenas por métodos cirúrgicos e que podem levar a pessoa a óbito por outras razões. “Uma fratura desse tipo só é corrigida com cirurgia. Ela gera muito risco para o indivíduo, que pode ficar paraplégico. Caso fique acamado, ele começa a ter secreção no pulmão em excesso, que ajuda a causar infecção de via aérea respiratória, principalmente pneumonia, o que aumenta a chance de levá-lo a óbito”, afirma o médico.

Existem vários tratamentos para reforçar o osso ou apenas para reduzir a perda dele. “A osteoporose é como uma balança. Existem vários tratamentos substratos, como a ingestão de cálcio, a vitamina D adquirida por meio do Sol e atividades físicas. Porém, existem remédios capazes de estimular a produção do osso e outros que buscam evitar a perda”, diz. Por fim, Fabrício lembra e cita exemplos de casos de osteoporose diagnosticados em jovens, que provêm de outras doenças. “Já vi um paciente de 24 anos que quebrou um osso escorregando no banho. O hipertireoidismo se caracteriza pela grande presença de hormônio da tireoide, que, se não tratado, pode levar ao desenvolvimento da osteoporose”, completa.

Fonte: Hermes Pardini, disponível em: https://www3.hermespardini.com.br/pagina/2251/ossos-mais-fortes.aspx

DOENÇAS QUE COMPROMETEM O SISTEMA RESPIRATÓRIO MERECEM ATENÇÃO NO INVERNO

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Vacinação é a forma mais eficaz de prevenção, mas especialistas alertam para o aumento no número de casos da Gripe, Coqueluche e Pneumonia por falta de imunização.

Gripe acomete 5 a 15% da população, causando 3 a 5 milhões de casos graves e 250.000 a 500.000 mortes todos os anos.  Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza tem início no dia 27 de abril, mas a vacina já está disponível na rede particular.

O inverno se aproxima e com ele surgem as preocupações quanto às doenças que comprometem o aparelho respiratório. Os vírus da Gripe, Pneumonia e Coqueluche são transmitidos pelo contato direto da pessoa doente com outra suscetível (não vacinada), por meio de gotículas de saliva expelidas pela tosse, espirro ou fala. E nos meses mais frios as pessoas tendem a se aglomerar mais, aumentando a chance de contágio e exigindo atenção especial quanto à prevenção. E a forma mais eficaz de se proteger é a vacinação. Mas os especialistas alertam: o número de casos dessas doenças tem aumentado devido à falta de vacinação.

“Temos registrado aumento significativo no número de casos dessas e outras doenças. A Coqueluche, por exemplo, registrou um salto de 979 casos em 2009 para mais de 6 mil casos em 2013. Já a Gripe estima-se que acomete 5 a 15% da população, causando 3 a 5 milhões de casos graves e 250.000 a 500.000 mortes todos os anos. Esses são números preocupantes. E isso se deve a falta de vacinação”, alerta a Dra. Marilene Lucinda, especialista em vacinas do Grupo Hermes Pardini.

De acordo com o Calendário Oficial de Vacinação da Sociedade Brasileira de Imunizações as vacinas contra a Gripe (Gripe Trevalente), a Pneumonia (Pneumocócica 13 valente) e a Coqueluche (Tríplice bacteriana DPT) devem ocorrer ainda nos primeiros anos de vida. Entretanto, os especialistas chamam a atenção para a importância da vacinação adulta. “É necessário que os adultos e idosos (este último considerado grupo de risco) reforcem a vacinação, pois com o passar dos anos a imunidade cai, deixando-os suscetíveis às doenças. No caso da Gripe, a vacinação deve ser anual, pois a vacina só fornece proteção por 6 meses a 1 ano”, explica Marilene Lucinda. 

A especialista explica que as doenças típicas do inverno podem ocorrer em qualquer época do ano e em qualquer fase da vida, mas as crianças menores de dois anos e os idosos têm maior probabilidade de adoecerem e são os mais propensos a apresentar formas graves que podem evoluir para óbito. 

Sobre a Gripe

De acordo com boletim da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde referente ao monitoramento da Influenza no Brasil, no ano de 2014, foram registrados casos da doença em todas as regiões do país, sendo que o Sudeste registrou o maior número de confirmados. Predominaram os casos de influenza A(H3N2), com proporção de 57,0%. Na região Sul houve aumento do número de casos por Influenza em maio do ano passado, com predomínio do vírus Influenza A(H3N2).  Os estados com o maior número de óbitos por influenza foram: São Paulo (124), Minas Gerais (33), Mato Grosso do Sul (29) e Goiás (28) (Anexos 2 e 4).

Estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% a 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade global. Marilene Lucinda explica ainda que a composição da vacina contra a gripe é atualizada a cada ano, de acordo com as recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS) para o Hemisfério Sul, com os vírus circulantes, para garantir a eficácia do produto. “Neste ano teremos a vacina Gripe Tetravalente, com dois tipos de Influenza A e dois tipos de Influenza B. Até 2014 só tínhamos a trivalente com dois A e um B”, adianta. 

A gripe é causada pelo vírus Influenza A, B e C, que pode ser contraído pela via respiratória, geralmente pela inalação de partículas de secreção infectada (pela tosse ou espirro). O período de incubação é de um a cinco dias. Estima-se que uma pessoa infectada seja capaz de transmitir o vírus para até dois contatos não imunes. Os adultos são transmissores da infecção um dia antes da apresentação dos sintomas. “Cerca de 30% a 50% das infecções pelo Influenza são assintomáticas, mas esses indivíduos são transmissores”, alerta a Dra. Marilene Lucinda. 

A manifestação clínica ? Síndrome Gripal – é caracterizada por febre alta (38º a 40º C), calafrios, mal estar importante, tosse produtiva, obstrução nasal, dor de garganta, cefaléia, mialgia e, frequentemente, deixa a pessoa acamada. Geralmente, os quadros são autolimitados, mas as principais complicações são as infecções bacterianas secundárias: sinusite, bronquite, pneumonia e otite média aguda. Além de causar descompensação de doenças crônicas como diabetes e cardiopatias. A complicação da influenza que mais frequentemente leva à hospitalização e à morte é pneumonia, que pode ser causada pelo próprio vírus ou por infecção bacteriana.

Em populações não vacinadas, a maioria das mortes por influenza é registrada em idosos, entretanto, as taxas de hospitalizações em crianças menores de cinco anos também são tão elevadas. Em adultos, a maioria das complicações e mortes ocorre em pessoas portadoras de doenças de base, enquanto em crianças menores de cinco anos de idade, a maioria das hospitalizações e quase metade das mortes, ocorre naquelas previamente saudáveis, particularmente, no grupo menor de dois anos de idade. A OMS estima que cerca de 1,2 bilhões de pessoas apresentam risco elevado para complicações da influenza: 385 milhões de idosos acima de 65 anos de idade, 140 milhões de crianças, e 700 milhões de crianças e adultos com doença crônica.

Sobre a Coqueluche

A coqueluche é uma doença infecciosa causada pela bactéria Bordetella pertussis e compromete principalmente o aparelho respiratório (traqueia e brônquios). Desde meados de 2011, o número de casos de Coqueluche vem aumentando, não só no estado de Minas Gerais, mas também em todo o país. Segundo dados do Ministério da Saúde o crescimento foi de cerca de dez vezes em apenas quatro anos, passando de 979 casos em 2009 para 6.368 em 2013, assim como de 12 para 109 mortes neste período. “Foram registrados muitos casos de coqueluche no Brasil e no mundo nos últimos, devido, principalmente, aos adultos não vacinados”, afirma a Dra. Marilene Lucinda.

A vacina tríplice clássica (DPT) contra Difteria, Coqueluche e Tétano faz parte do Calendário Oficial de Vacinação do Ministério da Saúde e deve ser aplicada aos dois, quatro e seis meses de idade, com doses de reforço aos 15 meses e aos 5 anos.  A imunização dura em média dez anos. Há alguns anos, a vacina para coqueluche só era disponível para crianças, mas atualmente os adultos também podem se prevenir e obter o reforço da imunização nas clínicas particulares. 

A Dra. Marilene Lucinda alerta, também, para a importância da vacinação das gestantes após a 20ª semana de gestação ou no puerpério (pós-parto imediato). “Ao tomar a vacina, a grávida não só fica protegida contra a doença como evita que ela seja transmitida para seu bebê e ainda passa anticorpos para seu filho por meio da placenta e da amamentação”, explica Marilene Lucinda.

Os sintomas da Coqueluche duram cerca de seis semanas e podem ser divididos em três estágios consecutivos: a) estágio catarral (uma ou duas semanas): febre baixa, coriza, espirros, lacrimejamento, falta de apetite, mal-estar, tosse noturna, sintomas que, nessa fase, podem ser confundidos com os da gripe e resfriados comuns; b) estágio paroxístico (duas semanas): acessos de tosse paroxística, ou espasmódica. De início repentino, esses episódios são breves, mas ocorrem um atrás do outro, sucessivamente, sem que o doente tenha condições de respirar entre eles e são seguidos por uma inspiração profunda que provoca um som agudo parecido com um guincho. Os períodos de falta de ar e o esforço para tossir deixam a face azulada (cianose) e podem provocar vômitos; c) estágio de convalescença: em geral, a partir da quarta semana, os sintomas vão regredindo até desaparecerem completamente.

Sobre a Pneumonia

A Pneumonia é uma das doenças que mais causa óbito no mundo, principalmente em países em desenvolvimento, chegando a matar mais que a Aids, malária e tuberculose. A doença é resultado de infecções que se instalam nos pulmões, provocadas pela penetração de um agente infeccioso no espaço alveolar. Podem ser causadas por bactérias, vírus, fungos, substâncias inorgânicas e por reações alérgicas. A forma mais comum é chamada de Pneumonia da Comunidade, uma infecção provocada por bactérias e contra a qual existe tratamento específico com antibióticos. Os sintomas são febre alta, tosse aguda, dor torácica, toxemia intensa e estado de prostração. É importante lembrar que a doença tem evolução rápida. Nas pessoas idosas e nas crianças, o quadro pode ser mais grave e requer cuidados específicos. Desde que convenientemente tratadas, as pneumonias não deixam sequelas.

Fonte: Hermes Pardini, disponível em:
https://www3.hermespardini.com.br/pagina/1521/doencas-que-comprometem-o-sistema-respiratorio-merecem-atencao-no-inverno.aspx


CONHEÇA OS BENEFÍCIOS DA ATIVIDADE FÍSICA

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Os benefícios da atividade física como melhorar a circulação sanguínea, fortalecer o sistema imune e ajudar a emagrecer, podem ser alcançados em cerca de 1 mês após o início da atividade física regular.

Outros benefícios da atividade física como aumento do metabolismo, diminuição do risco de doenças cardíacas, fortalecimento dos ossos podem ser alcançados quando o indivíduo faz alguma atividade física que tenha impacto como caminhadas, pular corda, correr ou dançar, por exemplo. A dança ainda melhora a coordenação dos movimentos e o equilíbrio, aumentando a boa disposição e o humor, melhorando a imagem corporal e a auto estima.

Além disso, praticar atividade física após os estudos é uma ótima estratégia para consolidar o aprendizado devido ao aumento da circulação sanguínea cerebral e aumento das catecolaminas que são essenciais para a memória.

Quem está acima do peso deve praticar exercícios pelo menos 5 vezes por semana, durante 90 minutos, para poder queimar gordura. Idosos também podem fazer exercícios e os mais indicados são aqueles que estão de acordo com a funcionalidade do corpo. Em caso de dor nas articulações, deve-se dar preferência aos exercícios na água, como natação ou hidroginástica, por exemplo.

Quem pode fazer atividade física

A prática regular de atividade física é indicada para indivíduos de todas as idades. No entanto, as crianças com menos de 12 anos devem preferir praticar esportes como dança, futebol ou karatê, por exemplo, porque são exercícios que podem ser realizados 1 ou 2 vezes por semana e são mais indicados para esta faixa etária.

Os benefícios da atividade física para crianças e adolescentes incluem:

  • Combater o excesso de peso;
  • Melhorar a auto-estima;
  • Diminuir a depressão;
  • Melhorar o desempenho escolar por melhorar a aprendizagem;
  • Diminuir o estresse e o cansaço;
  • Melhorar a postura;
  • Melhorar a aparência da pele.

As crianças não devem fazer musculação, nem fazer exercícios extenuantes diariamente, mesmo que esteja acima do peso. O exercício diário deve ficar restrito as crianças atletas que devem ser acompanhadas por um profissional qualificado, durante todo o treino.

Os adultos e a idosos, devem estar atentos ao peso, porque quando estão abaixo do peso ideal não devem praticar exercícios regularmente para evitar o gasto calórico excessivo.

Como começar a praticar exercícios

Os exercícios devem ser realizados por todos, de todas as idades e de forma regular, mas antes de começar a praticar exercícios, deixando de ser sedentário, deve-se marcar uma consulta médica para verificar as articulações e o funcionamento cardíaco, porque alguns pacientes só devem fazer exercícios com auxílio do professor da academia ou fisioterapeuta.

Idealmente os exercícios devem ser realizados de 3 a 5 vezes por semana, mas pode-se começar devagar, fazendo apenas 2 dias por semana, durante 30 a 60 minutos. A partir da segunda semana, pode aumentar a frequência para 3 ou 4 dias, conforme a disponibilidade de tempo.

Além disso, a atividade física também pode ser benéfica para quem sofre de dor nas costas, ajudando a reduzir a dor, corrigir a postura e a alongar os músculos. Veja como a atividade física pode aliviar a dor nas costas em Atividade física acaba com a dor nas costas.

Alguns exemplos de exercícios:

  • Treino de caminhada para emagrecer
  • Treino de corrida para queimar gordura

Fonte: Hermes Pardini, disponível em:
https://www3.hermespardini.com.br/pagina/2232/conheca-os-beneficios-da-atividade-fisica.aspx

SOPA É OPÇÃO NUTRITIVA E DIGESTIVA. CONHEÇA MAIS BENEFÍCIOS DO PRATO

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Esfria um pouquinho e o cardápio se enche de sopinhas. E, segundo a nutricionista holística Bela Gil, esta é uma ótima notícia para o organismo.

“Sopa é um alimento leve e poderoso. Ajuda quem quer perder peso, forra o estômago e é saborosa”, lista a também chef.

Apesar de ser vista por muitos como um alimento exclusivo da dieta, e, por isso, um prato sem graça e sem sabor, a sopa é rica em nutrientes e pode ser mais saborosa do que muita comida mais consistente. E mais “gordinha”, também!

“As sopas, normalmente, estão relacionadas ao tema dieta. Porém, quando vemos os tipos de sopas que existem e que as pessoas adoram, estas, muitas vezes, são ricas em gorduras, tirando toda a leveza da sopa. E se vier acompanhada de um pão então, nem se fala”, alerta a especialista.

“Sopa de abóbora leva somente abóbora, azeite, sal e cebola. Para que mais? Manteiga, leite, creme de leite e o excesso de gordura pesam no estômago, tirando a leveza do prato”, argumenta. “Além do mais, sopas feitas com um único ou no máximo dois vegetais, ajudam-nos a ativar o paladar. Na sopa de abóbora devemos sentir o gosto de abóbora, na sopa de couve-flor devemos sentir o gosto da couve-flor, e por aí vai”, continua Bela.

Por outro lado, para quem comeu muito na véspera, ela ajuda a recuperar o corpo do esforço de uma digestão mais complexa, afirma.

Sopa é uma das melhores maneiras de se consumir vegetais

Não é à toa que mães preparam tantas sopinhas para os pequenos. Crianças, geralmente, encrencam com pedaços de legumes e verduras no prato. Mas a mágica de transformá-los em caldinho ou “papinha” faz com que elas consumam vegetais sem confusão à mesa.

“Para crianças é bom quando ainda não conseguem mastigar um vegetal não muito cozido. É só amassar e dar. Pode até tomar a água que usou no cozimento do brócolis como um chá, é só não botar sal”, ensina.

É uma das melhores maneiras de se consumir os alimentos, com todos os seus componentes. Isto porque a água utilizada para o preparo, aquela que foi usada para cozinha os ingredientes, retém os nutrientes de cada um deles. “Quando se cozinha um brócolis na água, os nutrientes ficam na água e você joga a água fora. Mas na sopa, você consome os vegetais por inteiro”, explica Bela.

Por conta disso, a sopa está entre as três melhores maneiras de se consumir vegetais. “No vapor e refogado seriam as outras duas”, lista a nutricionista.

Fonte: Hermes Pardini, disponível em: https://www3.hermespardini.com.br/pagina/2233/sopa-e-opcao-nutritiva-e-digestiva-conheca-mais-beneficios-do-prato.aspx

13 ALIMENTOS QUE CONTROLAM O COLESTEROL ALTO

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Esta turma equilibra as taxas e mantém longe as doenças do coração!


A dupla hábitos alimentares saudáveis e prática regular de exercícios físicos é capaz de manter as taxas de colesterol bom (HDL) e ruim (LDL) em perfeito equilíbrio, afastando de perto o risco de infarto e derrame cerebral, além de outras doenças como o Mal de Alzheimer. Quem sofre com o problema sabe bem que a solução para este mal não está nas pílulas. Nem que você siga à risca os horários e as doses dos remédios, sem controlar a alimentação, as taxas de colesterol jamais entram nos eixos. Mas o contrário até pode acontecer: há quem aprenda a montar pratos saudáveis e, desta forma, passe longe da farmácia. A seguir, confira a lista de alimentos, para encampar uma batalha contra o colesterol alto e sair vencedor (sem, é claro, abrir mão de comer bem).

PEIXES
Eles são excelente fonte de ácido graxo ômega 3, um tipo de gordura boa, do tipo insaturada, encontrada nos peixes de água fria, como salmão, atum e truta. “A gordura insaturada ajuda na redução dos níveis de triglicerídeos e colesterol total do sangue; reduz o risco de formação de coágulos, além de tornar o sangue mais fluido; sendo, portanto, importante aliada na prevenção das doenças cardiovasculares”, explica nutricionista da Unifesp Ana Maria Figueiredo Ramos.

AVEIA
Além das fibras insolúveis, a aveia contém uma fibra solúvel chamada betaglucana, que exerce efeitos benéficos ao nosso organismo. Ela retarda o esvaziamento gástrico, promovendo maior saciedade, melhora a circulação, controla a glicemia (açúcar no sangue) e inibe a absorção de gordura (colesterol). “A aveia diminui as concentrações de colesterol total, lipídios totais e triglicerídios de forma significativa e aumenta a fração do bom colesterol (HDL)”, explica nutricionista da Unifesp Ana Maria Figueiredo Ramos.

OLEAGINOSAS
Nozes e castanhas apresentam grande quantidade de antioxidantes, responsáveis por combater o envelhecimento celular e prevenir doenças coronárias, além de diversos tipos de câncer. A arginina, também presente em quantidades interessantes nas oleaginosas, atua como importante vasodilatador, contribuindo para a redução do risco de desenvolvimento de doenças do coração.

CHOCOLATE AMARGO
O leite e a manteiga de cacau acrescentam doses de gordura saturada na guloseima que provoca arrepios de desejo, principalmente nas mulheres. Mas o chocolate amargo pode fazer parte da sua dieta, porque é rico em flavonóides (substâncias que diminuem o LDL). Diariamente, inclua 30g do doce como sobremesa. Só não vale compensar: a porção de hoje não fica acumulada para amanhã, ou seu organismo não dá conta de aproveitar os benefícios.

AZEITE
É fonte de ácido oléico, que regula as taxas de colesterol e protege contra doenças cardíacas. Faz bem ao aparelho cardiocirculatório e para controlar o diabetes do Tipo 2, reduzindo a taxa glicêmica. É também uma grande fonte de antioxidantes, como a vitamina E.

ALCACHOFRA
Suas fibras são resistentes à ação de enzimas e por isso apresentam muitas vantagens, entre as quais: diminuição dos níveis de colesterol e triglicérides sanguíneos ; redução do risco de obesidade e diabetes, fatores de risco para a saúde do coração. Uma porção de 100 g possui apenas 50 calorias. “Como ela ajuda na quebra de gorduras e no controle do colesterol, é bastante recomendada para prevenir doenças cardíacas”, explica a nutricionista nutricionista da Unifesp Ana Maria Figueiredo Ramos.

LARANJA
Ela não é boa só para gripes e resfriados. Um estudo realizado pela Universidade de Viçosa, em Minas Gerais, e publicado na revista American Heart Association, concluiu que os flavonoides, substâncias antioxidantes presentes na fruta, diminuem os níveis de LDL (colesterol ruim) no organismo, pois limitam a absorção do colesterol no intestino.

VINHO
A ingestão moderada da bebida (uma a duas doses por dia) promove elevação de aproximadamente 12% nos níveis de HDL, colesterol bom, semelhante à encontrada com a prática de exercícios. “A maioria dos efeitos protetores do vinho tinto são atribuídos aos flavanoides, que possuem propriedades antioxidantes, vasodilatadoras e anti-coagulante plaquetária”, diz Ana Maria.

LINHAÇA
A semente é um dos alimentos mais ricos em ômega 3, por isso, é responsável por prevenir doenças cardiovasculares, e evitar coágulos ao diminuir as taxas de colesterol total e de LDL colesterol (ruim) e aumentar as de HDL colesterol (bom). Os benefícios da linhaça se potencializam quando a semente é moída ou triturada, já que sua casca é resistente à ação do suco gástrico e passa sem sofrer digestão no trato gastrointestinal.

CANELA
Pesquisadores da Kansas State University, nos Estados Unidos, constataram que consumir meia colher de sopa por dia desta especiaria tem papel importante no combate ao colesterol ruim (LDL). Os pesquisadores acreditam que tal redução é resultado da ação dos antioxidantes presentes na canela.

SOJA
Além de ajudar a controlar problemas hormonais para as mulheres que estão na menopausa, a soja é uma excelente opção para quem quer proteger o coração: “ela ajuda a diminuir o colesterol ruim (LDL), aumenta o colesterol bom (HDL) e fortalece o organismo de infecções”, explica nutricionista da Unifesp Ana Maria Figueiredo Ramos.

AÇAÍ
Apesar do alto teor de gordura do açaí, trata-se em grande parte de gorduras monoinsaturadas (60%) e poli-insaturadas (13%). Estas gorduras são benéficas e auxiliam na redução do colesterol ruim (LDL) e melhoram o HDL, contribuindo na prevenção de doenças cardiovasculares, como o infarto. Cada 100g do fruto tem 262 calorias. “O açaí tem gorduras que fazem bem para a saúde e por isso deve ser incluído no cardápio, porém, o ideal é consumi-lo sem adição de complementos muito calóricos, isso ajuda a manter a dieta”, sugere Robert Stella. Gorduras: 52%, Fibras: 25%, Proteínas: 10%.

CHÁ
Principalmente o chá verde, pois os flavonoides, encontrados nesse tipo de chá, funcionam como antioxidantes e ajudam a prevenir a inflamação dos tecidos. Estas substâncias também podem proteger contra a formação de coágulos, que são as principais causas de ataques do coração.

Fonte: Hermes Pardini, disponível em: https://www3.hermespardini.com.br/pagina/2175/13-alimentos-que-controlam-o-colesterol-alto.aspx

6 dicas para começar o verão com tudo!

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A estação mais quente do ano chegou e para aproveitar essa época com, alguns cuidados devem ser tomados. Durante o verão, é comum que a maioria das atividades sejam realizadas ao ar livre, o que aumenta o risco de queimaduras, queda de pressão e desidratação, devido a exposição ao calor excessivo.

Siga as dicas abaixo e curta o verão sem preocupação.

  1. Beba muita água, pelo menos 2 litros por dia, para não se desidratar;
  2. Evite exposição solar entre as 10h e as 15h;
  3. Procure comer frutas ricas em água, como a melancia, abacaxi e a maçã;
  4. Evite o consumo de bebidas alcoólicas, pois o álcool aumenta a perda de água pelo corpo;
  5. Use protetor solar e lembre-se de repassar a cada 2 horas, principalmente se for à praia;
  6. Evite permanecer em locais fechados e sem ventilação.

Se você possui algum tipo de alergia também deve ficar atento quanto ao uso do ar condicionado, pois esses equipamentos, além de retirar a umidade do ar, aumentam a presença de bactérias, vírus ou ácaros. Por isso, é importante limpar os filtros aparelho com frequência, usar um vaporizador, ou colocar uma panela, ou um balde com água para umidificar o ambiente e evitar problemas respiratórios.

Cuidados simples como esses evitam a desidratação e a manifestação de doenças como rinite, bronquite e asma, doenças que no verão são muito comuns devido à baixa umidade do ar e proliferação de micro-organismos.

Fonte: Diagnósticos do Brasil, disponível em: http://www.diagnosticosdobrasil.com.br/blog/noticia/6-dicas-para-comecar-o-verao-com-tudo/

Fique atento aos sintomas da Tireoide

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Os sintomas provocados pelo funcionamento alterado da tireoide podem passar despercebidos agravando o problema, como por exemplo o aumento de peso sem razão aparente.

Você já deve ter ouvido falar nessa glândula em forma similar à de uma borboleta,que fica localizada no pescoço. A tireoide tem a função de regular o funcionamento de órgãos como o coração, o cérebro, o fígado e os rins, também é responsável por produzir os hormônios T3 (triiodotironina) e o T4 (tiroxina) que atuam em todo o sistema do nosso organismo, garantindo o bom funcionamento do corpo.

Hipertireoidismo ou Hipotireoidismo?

Enquanto o hipertireoidismo ocorre quando a glândula da tireoide produz hormônios em excesso, ou seja, ela é hiperativa, o contrário ocorre em casos de hipotireoidismo, onde os hormônios produzidos são insuficientes para as necessidades do organismo.

Pessoas com hipertireoidismo geralmente apresentam sintomas como:

  • Agitação;
  • Dificuldade de concentração;
  • Nervosismo;
  • Aumento de apetite;
  • Insônia;
  • Batimentos cardíacos acelerados.

Já as pessoas com hipotireoidismo geralmente apresentam os sintomas abaixo:

  • Unhas frágeis e quebradiças;
  • Mudança de personalidade, depressão;
  • Fraqueza e cansaço;
  • Batimentos cardíacos mais lentos;
  • Ganho de peso;
  • Perda de memória;
  • Queda de cabelo.

Causas

As alterações funcionais na glândula da tireoide são desencadeadas principalmente por:

  • Ingestão excessiva ou deficiência de iodo;
  • Doenças autoimunes;
  • Inflamação da tireoide causada por infecções virais;
  • Superdosagem de hormônio da tireoide;
  • Tumores nos testículos ou ovários;

Diagnóstico

O diagnóstico preciso é realizado através da dosagem dos hormônios em exames de sangue, por isso é aconselhável jejum de 4 horas antes do teste. Um dos exames mais utilizados para detecção da doença é o T4 – Tiroxina Livre e TSH.

Os níveis dos hormônios T3 total, T4 total, T4 livre e T3 livre comprovam o diagnóstico clínico da doença. Mais de 99% de T4 e T3 circulam na corrente sanguínea ligados a proteínas de transporte, enquanto menos de 1% permanece livre; na maioria dos casos, esta quantidade de hormônio não ligado ou livre é indício do estado de funcionalidade tiroidiana.

O T4 e o T3 livres regulam o crescimento normal e o desenvolvimento do organismo, mantendo a temperatura corpórea. Níveis decisivamente elevados de T3 total, T4 total, T4 livre e T3 livre comprovam o diagnóstico clínico de hipertireoidismo, enquanto níveis diminuídos, juntamente com achados clínicos adequados, podem confirmar um diagnóstico de hipotireoidismo.

Outros exames que podem ser realizados para identificar a doença são:

  • TSH;
  • T3 e T4;
  • Tireoglobulina;
  • Anti-Tireoperoxidade;
  • Anti-Tireoglobina;

Exames complementares de imagem.

Fonte: Diagnósticos do Brasil, disponível em: http://diagnosticosdobrasil.com.br/blog/noticia/fique-atento-aos-sintomas-da-tireoide/

 

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