All Posts By

Andressa

Novembro Azul – Prevenção faz bem pra você!

By | Dicas de saúde | No Comments

Você sabia?

O câncer de próstata tem de 80% a 90% de chance de cura quando diagnosticado em estágio inicial.

Como anda sua saúde? Seus exames preventivos estão em dia?

Quando o assunto é saúde do homem, faz bem ter em quem confiar. É por isso que o Laboratório Unidos oferece tudo o que você precisa para se prevenir. Confira:

PSA

PSA é o exame que mede a concentração dos antígenos específicos da próstata no sangue. Valores alterados podem ser encontrados, dentre outras condições, em casos de câncer de próstata. O PSA faz parte do preventivo regular e é importante para detectar precocemente a doença.

CHECK-UP LABORATORIAL ROTINA DO HOMEM

Aproveite o mês dedicado à prevenção do homem e faça seu check-up. Além de simples e rápido, o serviço conta com diversos exames essenciais para que você cuide bem da sua saúde.

EXAMES REALIZADOS NO CHECK-UP:

– Ácido úrico
– Colesterol total e frações
– Creatinina
– Glicose
– Hemograma
– PSA total
– Sangue oculto nas fezes
– TGO
– TGP
– Triglicérides
– TSH


Não é necessário pedido médico para a realização desses exames.

ÍNDICE DE SAÚDE DA PRÓSTATA

O Índice de Saúde da Próstata (PHI) é um teste inovador para o diagnóstico precoce do câncer de próstata. Ele é indicado para homens com valores de PSA elevados e sem alterações no exame de toque retal da próstata.

Benefícios:
– Procedimento não invasivo (realizado em amostra de sangue).
– Resultado individual e personalizado.
– Redução de três vezes no número de biópsias desnecessárias.
– Redução de complicações decorrentes de biópsias.

Fonte: Hermes Pardini, disponível em: https://www3.hermespardini.com.br/pagina/2340/novembro-azul—prevencao-faz-bem-pra-voce-.aspx

MÁ POSTURA E MUITAS HORAS EM FRENTE AO COMPUTADOR OU TV CAUSAM ATÉ DESVIOS NA COLUNA

By | Dicas de saúde | No Comments

Tratamento é demorado, doloroso e requer medicamentos.

O comportamento sedentário está fortemente relacionado ao aumento do risco de contrair doenças. O número de horas diárias que um indivíduo passa vendo televisão ou teclando em um computador aumenta sua exposição, não só à obesidade e todas as suas consequências, mas também a fortes dores de coluna e problemas posturais. Isso é o que diz recente pesquisa publicada pela VIGITEL (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico) realizada em parceria com a Universidade de São Paulo (USP).

Complementada pelas estatísticas da Organização Mundial de Saúde (OMS), que apontam que 80% da população mundial enfrenta ou vai enfrentar este mal durante a vida, o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into) recomenda a adoção ou mudança de alguns hábitos cotidianos na hora da realização destas atividades.

De acordo com o especialista do centro de tratamento das doenças da coluna do Into, Luis Eduardo Carelli, a pessoa pode assistir à TV sentada ou deitada, mas deve respeitar algumas regras dependendo da posição.

“Quando sentada, a coluna da pessoa deve estar totalmente apoiada no encosto da cadeira ou sofá, com a cabeça alinhada ao tronco, evitando desvios posturais. Quem prefere deitar para assistir televisão, a dica é evitar a posição de bruços. Isso tensiona a musculatura cervical”, define. Importante ainda é não colocar a cabeça apoiada no braço do sofá. Essa posição, certamente, vai levar a um torcicolo. E atenção sempre para o posicionamento dos aparelhos de TV, que devem ser instalados na altura dos olhos.

Quanto ao uso do computador, a recomendação é semelhante. O apoio do corpo é primordial, buscando sempre a melhor ergonomia. “Principalmente no trabalho, onde as pessoas passam a maior parte do dia. O ideal são as cadeiras com encosto e regulagem de altura, que possibilitam o alinhamento entre os olhos e o monitor”, completa. As crianças, que costumam ficar horas em frente à máquina, devem adotar os mesmos cuidados que os adultos e, de preferência, intercalar uma atividade e outra. “Levantar e fazer uma caminhadinha para tomar água ou comer uma fruta na cozinha é sempre uma boa ideia”, sugere.

Segundo o especialista, o policiamento da postura evita as tão comuns contraturas musculares, por exemplo, cujo tratamento pode ser demorado, com a necessidade do uso de medicamentos. O primeiro passo em caso de dores fortes e constantes é procurar um médico que possa diagnosticar corretamente o problema para que seja analisada a causa da dor. Em seguida, o paciente será encaminhado para a fisioterapia, que provavelmente será complementada pela administração de analgésicos e relaxantes musculares.

“Melhorar a postura no dia a dia e sempre praticar atividade física como caminhadas, corridas e musculação, de 3 a 4 vezes por semana, é muito importante. Para quem não é adepto da musculação, o pilates é uma opção, pois ajuda na flexibilidade, fortalecimento e correção postural”, destaca Carelli.

Fonte: Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia.

Fonte: Hermes Pardini, disponível em: https://www3.hermespardini.com.br/pagina/818/ma-postura-e-muitas-horas-em-frente-ao-computador-ou-tv-causam-ate-desvios-na-coluna.aspx

OUTUBRO ROSA | PREVENÇÃO FAZ BEM PRA VOCÊ!

By | Dicas de saúde | No Comments

VOCÊ SABIA?
O câncer de mama tem até 90% de chance de cura quando diagnosticado em estágio inicial.

Como anda sua saúde? Seus exames preventivos estão em dia?
Quando o assunto é saúde da mulher, faz bem ter em quem confiar. Confira todos os exames que são importantes:

MAMOGRAFIA
A mamografia é o principal exame por imagem para rastreamento do câncer de mama em fase inicial. Esse exame detecta pequenas lesões que muitas vezes não são identificadas por meio do autoexame da mama.

A Sociedade Brasileira de Mastologia recomenda que mulheres, a partir dos 40 anos, façam seus exames de mamografia anualmente. E que, para mulheres com idade entre 50 e 69 anos, o intervalo entre os exames não exceda 2 anos.

ULTRASSOM
Simples e seguro, o ultrassom deve ser realizado mediante indicação médica e faz parte dos exames preventivos regulares.

  • Ultrassonografia das mamas
    Analisa, de forma precisa, os tecidos das mamas, detectando nódulos, lesões e possíveis tumores*.

*O ultrassom é um exame complementar, não substituindo a mamografia.

  • Ultrassonografia transvaginal ou endovaginal
    Analisa a estrutura dos órgãos reprodutivos femininos (ovários, útero e colo uterino), detectando possíveis alterações relacionadas a endometriose, cistos ovarianos e outros.

RESSONÂNCIA MAGNÉTICA
A ressonância magnética é um método de diagnóstico por imagem altamente eficiente para identificar lesões e alterações em diferentes órgãos. O exame de ressonância para as mamas também é muito utilizado em casos de discordância entre resultados de ultrassom e mamografia na análise de nódulos.

Mulheres com próteses mamárias podem encontrar dificuldades em perceber alterações apenas pelo autoexame. Por isso, os exames por imagem são essenciais para um diagnóstico preciso, sendo a ressonância o mais indicado nesses casos.

VACINA HPV (QUADRIVALENTE)
A vacina contra HPV atua de forma eficiente na prevenção a diversas doenças causadas pelo vírus do papiloma humano. Devem ser aplicadas 3 doses em mulheres de 9 a 45 anos.
Estima-se que pelo menos 50% da população sexualmente ativa já tenha sido infectada por algum tipo de HPV e, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), as mulheres são as maiores vítimas dessa DST.

Fonte: Hermes Pardini, disponível em: https://www3.hermespardini.com.br/pagina/2339/outubro-rosa—prevencao-faz-bem-pra-voce-.aspx

OUTUBRO ROSA: UMA CAMPANHA EM FAVOR DA MULHER

By | Notícias | No Comments

Quando chega o mês de outubro as instituições públicas e diversas empresas se iluminam de rosa e inúmeras pessoas utilizam laços cor-de-rosa em suas roupas, por ocasião da campanha Outubro Rosa. Trata-se de um período importante cuja finalidade é reafirmar o movimento mundial de conscientização e mobilização pela detecção precoce do câncer de mama.

A cada ano mais pessoas, empresas e repartições públicas se engajam nessa grandiosa ação. Mas não basta a iluminação de monumentos públicos. É preciso que as mulheres se sensibilizem e comecem o mais rápido possível a realizar o autoexame e a se cuidar precocemente. Esse movimento começou em 1990, em Nova York, Estados Unidos, quando o laço cor-de-rosa foi lançado pela Fundação Susan G. Komen for the Cure e distribuído aos participantes da primeira Corrida pela Cura, desde então promovida anualmente na cidade.

Posteriormente, em 1997, entidades das cidades norte-americanas de Yuba e Lodi começaram efetivamente a comemorar e fomentar ações voltadas à prevenção do câncer de mama, denominando a iniciativa como Outubro Rosa. Somente em 2008 a campanha chegou ao Brasil, por iniciativa da Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama – Femama.

Estamos falando de uma doença grave, que é a quinta maior causa de mortes no mundo. É bom lembrar que, para iniciar os exames preventivos, a mulher não precisa ter nenhum histórico familiar da doença. Ela tem que entender, apenas, que entre 50 e 69 anos é o período eleito pelos médicos para que seja feito o rastreamento, sem descuidar dos exames regulares.

É bem verdade que o câncer de mama é uma batalha que todas nós, mulheres, temos condições de vencer. Mas o governo precisa fazer a sua parte e promover urgentemente a reestruturação da saúde pública. A falta de estrutura médico-logística é um dos problemas que as mulheres enfrentam. Não há mastologistas suficientes nos hospitais e nas clínicas do Sistema Único de Saúde – SUS, e quando se precisa realizar exames de mamografia, ultrassonografia e ecografia é travado outro embate. Além de médica, tenho um filho oncologista e conheço muito bem essa triste realidade.

O Instituto Nacional do Câncer (Inca) estima que, por ano, surjam 60 mil novos casos de câncer de mama no País, um número alarmante que precisa ser revertido o quanto antes. Se descoberta no início, a doença tem 95% de chance de cura. Só para se ter ideia, 25% dos casos de câncer em mulheres no mundo são de mama e, em 66,2% deles, é a própria mulher quem detecta os primeiros sinais da doença. Em 2013, último ano com dados disponíveis, 14.388 pessoas morreram de câncer de mama no Brasil, sendo 14.206 mulheres e 181 homens.

As mulheres ainda têm que conviver não apenas com o problema da doença em si, mas com a mutilação, o maior desafio. Atualmente, a legislação brasileira institui que a reparação do dano deva ser feita no ato da retirada do câncer, ou tão logo quanto for possível. E essa é uma decisão bastante positiva, haja vista os transtornos psicológicos que uma cirurgia como essa tem.

Diante de um quadro extremamente preocupante, não podemos desanimar, mesmo sabendo que a saúde pública no Brasil não tem sido capaz de garantir um atendimento de qualidade ao seu povo. Ainda bem que nós, mulheres, contamos com alguns remédios poderosos: amor, carinho e vontade de vencer.

Fonte: Hermes Pardini, disponível em: https://www3.hermespardini.com.br/pagina/2290/outubro-rosa–uma-campanha-em-favor-da-mulher.aspx

ALERGIA E INTOLERÂNCIA ALIMENTAR: CONHEÇA AS CARACTERÍSTICAS DE CADA UMA DELAS

By | Dicas de saúde | No Comments

Alguns tipos de alimentos que ingerimos causam reações repetidas e anormais em nosso organismo chamadas de reações adversas ao alimento. Essas reações adversas são divididas em Alergia Alimentar e Intolerância Alimentar.

A Alergia Alimentar é causada por uma reação em nosso sistema imunológico a um componente do alimento provocando, em geral, sintomas relevantes e que necessitam investigação. Usualmente, nosso sistema imune produz anticorpos para combater esses componentes dos alimentos, o que resulta em liberação de histamina e outras substâncias no nosso organismo. Os testes de pele ou as pesquisas no sangue podem confirmar o tipo de alergia quando correlacionado com os sintomas.

Essas manifestações são mais comuns em pessoas que têm membros da família com alergias, sugerindo que tenha um fator genético ou hereditário envolvido. Pode ser desencadeada por
uma quantidade mínima do alimento, toda vez que ele é consumido.

Os sintomas da alergia em geral se desenvolvem rapidamente e podem variar desde acometimento em pele, sintomas gastrointestinais e sintomas respiratórios, até a uma reação mais severa que é a anafilaxia, levando à dificuldade respiratória, tonturas e perda de consciência que, se não forem tratadas imediatamente, pode ser fatal.

Os componentes alimentares que mais causam alergias incluem leite de vaca, ovos, soja, trigo, crustáceos, frutas, amendoim e castanhas.

Já a Intolerância Alimentar é o termo utilizado para designar reações não imunológicas. Pode ser decorrente de doenças metabólicas, intoxicações, deficiências enzimáticas ou outros transtornos. É a reação adversa ao alimento mais comum, porém seus sintomas não são tão óbvios como a alergia e pode demorar a ser diagnosticada.

Felizmente, não ameaça a vida, mas pode causar muito desconforto. As reações ao alimento são tardias e ocorrem várias horas ou dias após sua ingestão, em geral com gases, diarreia, constipação, eczema ou dor articular.

As intolerâncias mais comuns são à lactose e ao glúten.

Você já pode agendar o seu Teste de Intolerância Alimentar (Food Detective) no Laboratório Unidos, entre em contato conosco e tire suas dúvidas.

Fonte: Hermes Pardini, disponível em:
https://www3.hermespardini.com.br/pagina/1711/alergia-e-intolerancia-alimentar–conheca-as-caracteristicas-de-cada-uma-delas.aspx

COMO O ESTRESSE MALTRATA O CORAÇÃO

By | Notícias | No Comments

“Mais estudos são necessários para confirmar o mecanismo descritos no estudo de agora, mas os dados clínicos, ao estabelecer uma conexão entre estresse e doença cardiovascular, o identificam, portanto, como um fator de risco real para síndromes cardiovasculares agudas. Dado o aumento no número de pessoas com estresse crônicos, isso deveria ser levado em consideração nos exames clínicos, no consultório médico.”

Read More

OSSOS MAIS FORTES

By | Dicas de saúde | No Comments

A saúde é uma área muito ampla e, principalmente, delicada, que envolve uma série de cuidados para a manutenção do bem-estar das pessoas. Várias doenças temidas atualmente, como câncer, Alzheimer e AVC, são sintomáticas e, conseguindo um diagnóstico precoce e estando alerta o tempo todo, a cura torna-se muito mais fácil e tranquila. No entanto, outras doenças podem não se manifestar e acometer as pessoas de surpresa, como é o caso da osteoporose.

Essa é uma doença metabólica, que gera a perda mineral óssea em um nível que o paciente pode, a qualquer momento, ter uma fratura por fraqueza dos ossos. Em linhas gerais, caracteriza-se pela perda da massa óssea, que leva à perda progressiva de elasticidade e homogeneidade. Uma das maiores preocupações quanto à osteoporose ocorre em seu estágio inicial, pois a perda de massa óssea é assintomática, dificultando o diagnóstico médico e a percepção do paciente. Quando a perda é significativa, já tendo ultrapassado os estágios iniciais, algumas alterações clínicas são visíveis no paciente. Um exemplo comum é a diminuição da estatura e aparição da cifose dorsal, popularmente conhecida como desvio na coluna, que deixa as costas do paciente tortas.

A doença, normalmente, ataca mulheres acima dos 50 anos e permanece para o resto da vida. A incidência de osteoporose em mulheres na menopausa é muito maior do que em homens. Segundo o ginecologista e obstetra do Hospital das Clínicas Luiz Fernando Dias Gerheim, a cada seis mulheres que manifestam a doença identifica-se um caso em homens. “É uma doença assintomática. Às vezes, o primeiro sinal se dá por uma fratura espontânea. Quando a mulher entra na menopausa, a incidência cresce muito, pois os esteroides gonadais (hormônios sexuais) que não são mais produzidos no ovário serviam de carregador de cálcio para os ossos. Qualquer pessoa pode perder cerca de 2% da massa óssea a cada 10 anos, mas, no pós-menopausa, ela passa a perder de 2% a 5% ao ano”, detalha.

O médico alerta as mulheres que entram na menopausa e abandonam a reposição hormonal. “Se a mulher entra na menopausa e sai da reposição hormonal (anticoncepcional), pode ser que ela tenha uma perda exagerada de massa óssea”, complementa.

Homens também devem se prevenir

Como o homem tem estabilidade contínua na produção desses hormônios, a aparição de osteoporose é bem reduzida com relação às chances femininas. No entanto, ele também deve estar sempre atento aos fatores de risco e sempre se prevenir. No período em que a mulher menstrua, as chances da doença são semelhantes às dos homens. O diagnóstico se dá por meio da densitometria óssea, um tipo de exame de imagem. “Para identificar melhor a doença, deve ser feito o rastreamento dos fatores de risco, que seriam, principalmente, em mulheres que já entraram na menopausa. Além delas, mulheres magras (menos de 50 quilos), fumantes e pacientes que usam corticoides (anti-inflamatório hormonal) também estão sujeitos. Lembrando que o osso está sempre produzindo e destruindo a massa óssea. O osso é um órgão vivo e, quando as células que os fazem (osteoblastos) são menores em número do que as que os desconstroem (osteoclastos), é que começa a osteoporose”, reforça.

As pessoas que sofrem da doença podem ter fraturas em todo o corpo, porém, os locais de maior risco para a saúde são no colo do fêmur e na coluna. Segundo o ortopedista Fabrício Bertolini, casos da doença no colo do fêmur são tratados apenas por métodos cirúrgicos e que podem levar a pessoa a óbito por outras razões. “Uma fratura desse tipo só é corrigida com cirurgia. Ela gera muito risco para o indivíduo, que pode ficar paraplégico. Caso fique acamado, ele começa a ter secreção no pulmão em excesso, que ajuda a causar infecção de via aérea respiratória, principalmente pneumonia, o que aumenta a chance de levá-lo a óbito”, afirma o médico.

Existem vários tratamentos para reforçar o osso ou apenas para reduzir a perda dele. “A osteoporose é como uma balança. Existem vários tratamentos substratos, como a ingestão de cálcio, a vitamina D adquirida por meio do Sol e atividades físicas. Porém, existem remédios capazes de estimular a produção do osso e outros que buscam evitar a perda”, diz. Por fim, Fabrício lembra e cita exemplos de casos de osteoporose diagnosticados em jovens, que provêm de outras doenças. “Já vi um paciente de 24 anos que quebrou um osso escorregando no banho. O hipertireoidismo se caracteriza pela grande presença de hormônio da tireoide, que, se não tratado, pode levar ao desenvolvimento da osteoporose”, completa.

Fonte: Hermes Pardini, disponível em: https://www3.hermespardini.com.br/pagina/2251/ossos-mais-fortes.aspx

VACINA, ALIADA DA SAÚDE EM TODAS AS IDADES

By | Notícias | No Comments

Dizer não à imunização é um erro que contribui para o aumento do risco de circulação de agentes patogênicos e ameaça o bem-estar coletivo. Calendário de vacinação deve ser seguido com rigor.

O medo em relação à imunização faz com que muitos pais não levem os filhos para vacinar, o que aumenta o risco de maior circulação de vírus, agentes de doenças infecciosas que já foram responsáveis por milhares de mortes. Especialistas alertam que os mitos em torno da vacinação prejudicam a cobertura vacinal e, consequentemente, a imunidade coletiva. “Advogar contra as vacinas é um desserviço à comunidade. É uma ação anticidadã que coloca em risco a saúde da pessoa e o bem estar da coletividade”, alerta Renato Kfouri, da Sociedade Brasileira de Imunizações.

A redução na cobertura vacinal em Pernambuco e no Ceará resultou em surtos de sarampo nos dois estados. De 2013 até este ano, foram registrados 971 casos em nove estados brasileiros, onde o vírus não circulava desde 2002. “A meta de erradicação foi atingida em 2002. Não podemos falar em erradicação, porque o vírus circulava em outro países, mas não tínhamos mais casos”, afirmou Marilene Lucinda, especialista em vacinas do Grupo Hermes Pardini. Segundo ela, de tempos em tempos surgem mitos que desencorajam as pessoas a se vacinar. Kfouri lembra que o surto em Pernambuco foi controlado no ano passado, mas ainda há o problema no Ceará.

Alguns grupos antivacina advogam que os processos de imunização podem resultar em doenças como o autismo e a esclerose múltipla. Foi o que ocorreu, na década de 1980, quando um médico inglês divulgou a informação de que a vacina contra o sarampo causava o autismo. “O profissional já foi até banido da medicina, mas muita gente acreditou nessa informação, embora não haja qualquer comprovação científica”, pontuou Marilene. Os médicos iniciam ampla campanha para que crianças e também adultos possam se vacinar e impedir que o vírus continue a circular. “É algo preocupante, pois o vírus já não circulava desde 2002. Fazemos um alerta para que as pessoas possam se vacinar”, disse. No entanto, ela descartou a possibilidade de uma epidemia.

Outro episódio recente aumentou o mito em relação à vacinação. No Rio Grande do Sul, um grupo de jovens se queixou de paralisia depois de tomar a vacina contra o HPV, vírus responsável pelo aparecimento do câncer de colo de útero. No entanto, o caso foi resultado de uma situação de estresse coletivo. “Foi uma paralisia temporária. No mesmo dia, voltaram a andar. Foram feitos exames de imagem que demonstraram que não havia nenhum problema”. Outro mito é que o excesso de vacina sobrecarregaria o sistema imunológico. “Não é verdade, as pessoas estão expostas a vírus e bactérias no convívio em sociedade. Isso por si só já estimula o sistema imunológico”.

A tríplice viral imuniza contra o sarampo, a caxumba e a rubéola. Deve ser aplicada a partir do primeiro ano de vida da criança em duas doses. A primeira imuniza em 93% e com a segunda a proteção chega quase à totalidade, 99%. Os adultos, que têm dúvida se tomaram as duas doses, devem se vacinar. Os especialistas alertam que não há aumento de efeitos colaterais quando a vacina é aplicada em adultos. Muita gente pensa que vacina é coisa para criança. Mas é um erro. Há um calendário de vacinação para diferentes períodos da vida, clique AQUI e confira.

Kfouri lembra que as vacinas representam uma revolução em termos de saúde pública. Em todo o mundo contribuíram para o controle de doenças como varíola, poliomielite, coqueluche e tétano, que matavam milhares de pessoas. “A vacinação é uma das melhores ferramentas de promoção da saúde pública, só perde em benefício para a água potável. As vacinas ampliaram a expectativa de vida quando ajudaram a diminuir drasticamente doenças como o sarampo, a diarreia, entre outras”, diz.

As vacinas estimulam o sistema imunológico a produzir uma resposta aos agentes estranhos como vírus e bactérias. Elas são feitas com antígenos, que são vírus e bactérias inativos ou atenuados, que em contato com o organismo estimulam uma resposta. “O vírus ou bactéria enfraquecidos estimulam o sistema imunológico sem produzir a doença”. Em linhas gerais, é como se o organismo se organizasse para combater os corpos estranhos que não terão nenhum efeito, já que estão inativos. O corpo cria uma memória imunológica ativada quando o organismo entra em contato de fato com o vírus ou bactéria de uma doença. “O organismo produz níveis altos de anticorpos e inibe a manifestação da doença”.

O Programa Nacional de Imunizações (PNI) corresponde ao conjunto de vacinas consideradas de interesse prioritário à saúde pública. A população conta com 12 vacinas recomendadas, desde o nascimento até a terceira idade, e distribuídas gratuitamente nos postos de vacinação da rede pública. No entanto, é possível encontrar outras vacinas na rede complementar.

DOENÇAS RESPIRATÓRIAS

As doenças respiratórias são uma das principais causas de mortalidade infantil. Juntamente com influenza e coqueluche, o vírus sincicial respiratório (VSR) é responsável por grande parte das internações das crianças. Até os 2 anos de idade, todas as crianças terão se contaminado pelo menos uma vez com VSR. A Sociedade Brasileira de Imunização e a Sociedade Brasileira de Pediatria recomendam a imunização contra o VSR. Segundo especialistas, a medida reduz em 55% o risco de internação em bebês prematuros e em 45% o risco de internação dos bebês com cardiopatia congênita.

A imunização para bebês prematuros, ou com cardiopatia congênita, ou broncodisplasia pulmonar, está disponível pelo Sistema Único de Saúde. É recomendada a vacinação nos meses de maior circulação do vírus, entre janeiro e junho. Dados oficiais do sistema de vigilância epidemiológica para influenza demonstram maior circulação desse vírus nos meses de abril e maio na Região Sudeste.

Os especialistas alertam que a infecção pelo vírus pode ser confundida com um resfriado em caso de crianças acima de 2 anos e adultos. Em crianças prematuras ou portadoras de doenças cardíacas congênitas e displasia broncopulmonar (DBP), o vírus pode dobrar o tempo de hospitalização da criança, ou sua permanência em unidades de tratamento intensivo, devido a problemas respiratórios. Ao vírus também são atribuídas hospitalizações constantes (três vezes mais do que bebês nascidos a termo). Bronquiolite e pneumonia são as consequências mais comuns.

Fonte:Hermes Pardini, disponível em: https://www3.hermespardini.com.br/pagina/1468/vacina–aliada-da-saude-em-todas-as-idades.aspx

EM 40 ANOS, DOBRA NÚMERO DE PESSOAS COM PRESSÃO ALTA NO MUNDO

By | Notícias | No Comments

Uma das principais conclusões do estudo é de que a proporção de pessoas com pressão alta caiu abruptamente em países de alta renda e aumentou em vários países de baixa renda, especialmente na África e na Ásia.

São Paulo – O número de pessoas com pressão alta no mundo dobrou nos últimos 40 anos e chegou a 1,13 bilhão, de acordo com um novo estudo publicado ontem na revista científica The Lancet. A maior pesquisa do gênero já realizada envolveu uma equipe de centenas de cientistas e usou dados de medição de pressão sanguínea de 20 milhões, em praticamente todos os países, entre 1975 e 2015. Uma das principais conclusões do estudo é de que a proporção de pessoas com pressão alta caiu abruptamente em países de alta renda e aumentou em vários países de baixa renda, especialmente na África e na Ásia. O trabalho foi liderado por cientistas do Imperial College London (Reino Unido) e teve participação da Organização Mundial da Saúde (OMS).

”A pressão alta não está mais ligada à riqueza, como em 1975, agora ela é uma premente questão de saúde ligada à pobreza”, disse o autor principal do estudo, Majid Ezzati, do Imperial College. Os cientistas dizem ainda não saber a razão exata da redução de problemas com a pressão nos países mais ricos, mas, de acordo com um dos autores, James Bentham, também do Imperial College, é provável que a tendência tenha ligação com melhor acesso a sistemas de saúde, diagnósticos, medicamentos e aumento do consumo de frutas e vegetais.

”Também há cada vez mais evidências de que a nutrição insuficiente nos primeiros anos de vida aumente o risco de pressão alta na vida adulta, o que pode explicar por que o problema está aumentando nos países pobres”, disse Bentham. Segundo o estudo, na maior parte dos países os homens têm mais pressão alta do que as mulheres: em 2015, eram 597 milhões de homens com o problema, ante 529 milhões de mulheres. Além disso, metade dos adultos com pressão alta no mundo vive na Ásia ? 226 milhões na China e 200 milhões na Índia.

Os países com as proporções mais baixas da população com pressão alta são Coreia do Sul, Estados Unidos, Canadá, Peru e Cingapura Os que têm as proporções mais altas entre os homens estão todos na Europa central e oriental: Croácia, Letônia, Lituânia, Hungria e Eslovênia. As proporções mais altas entre mulheres estão na África: Níger, Chade, Mali, Burkina Faso e Somália.

Melhora no Brasil

O Brasil teve uma queda considerável na proporção da população com pressão alta nos últimos 40 anos, segundo Bentham. ?Em alguns locais de renda média, temos padrões similares aos de países de alta renda, onde a proporção de pessoas com pressão alta está caindo. No Brasil, por exemplo, entre 1975 e 2015, a proporção caiu de 35,5% para 26,7% entre os homens e de 33,7% para 19,9% entre as mulheres?, disse o pesquisador.

Segundo ele, porém, o estudo mostra claramente que a situação econômica está ligada à queda da pressão sanguínea. O pesquisador afirma que os esforços no combate à epidemia de pressão alta devem ser concentrados nos países de baixa e média renda. ”Esse é um dos mais urgentes desafios globais na área de saúde. Os países precisam de meios e regulação adequados para melhorar o acesso à comida de alta qualidade, especialmente frutas e vegetais, além de reduzir o sal na comida. É preciso também fortalecer os sistemas de saúde para identificar as pessoas com pressão alta precocemente, além de melhorar o acesso ao tratamento e à medicação.”

Fonte: Hermes Pardini, disponível em: https://www3.hermespardini.com.br/pagina/2128/em-40-anos–dobra-numero-de-pessoas-com-pressao-alta-no-mundo.aspx

10 COISAS QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE DIABETES

By | Notícias | No Comments

O diabetes se caracteriza pela deficiência de produção e/ou de ação da insulina. O diabetes tipo 1 é resultante da destruição autoimune das células produtoras de insulina. O diagnóstico desse tipo de diabetes acontece, em geral, durante a infância e a adolescência, mas pode também ocorrer em outras faixas etárias.

Já no diabetes tipo 2, o pâncreas produz insulina, mas há incapacidade de absorção das células musculares e adiposas. Esse tipo de diabetes é mais comum em pessoas com mais de 40 anos, acima do peso, sedentárias, sem hábitos saudáveis de alimentação, mas também pode ocorrer em jovens.

Confira 10 coisas que você precisa saber sobre os dois tipos mais comuns de diabetes:

  1. No tratamento do diabetes, o ideal é que a glicose fique entre 70 e 100mg/dL. A partir de 100mg/dL em jejum ou 140mg/dL duas horas após as refeições, considera-se hiperglicemia e, abaixo de 70mg/dL, hipoglicemia. Se a glicose permanecer alta demais por muito tempo, haverá mais possibilidade de complicações de curto e longo prazo. A hipoglicemia pode causar sintomas indesejáveis e com complicações que merecem atenção.
  2. Tanto insulina, quanto medicação oral podem ser usadas para o tratamento do diabetes. A insulina é sempre usada no tratamento de pacientes com diabetes tipo 1, mas também pode ser usada em diabetes gestacional e diabetes tipo 2 (quando o pâncreas começa a não produzir mais insulina em quantidade suficiente). A medicação oral é usada no tratamento de diabetes tipo 2 e, dependendo do princípio ativo, tem o papel de diminuir a resistência à insulina ou de estimular o pâncreas a produzir mais desse hormônio.
  3. A prática de exercícios pode ajudar a controlar a glicemia e a perder gordura corporal, além de aliviar o estresse. Por isso, pessoas com diabetes devem escolher alguma atividade física e praticar com regularidade, sob orientação médica e de um profissional de educação física.
  4. A contagem de carboidratos se mostra muito benéfica para quem tem diabetes. Os carboidratos têm o maior efeito direto nos níveis de glicose, e esse instrumento permite mais variabilidade e flexibilidade na alimentação, principalmente para quem usa insulina, pois a dose irá variar conforme a quantidade de carboidratos. Isso acaba com a rigidez no tratamento de antigamente, quando as doses de insulina eram fixas, e a alimentação também devia ser. É importante ter a orientação de um nutricionista.
  5. As tecnologias têm ajudado no tratamento do diabetes. Os aparelhos vão desde os glicosímetros (usados para medir a glicose no sangue) até bombas de infusão de insulina e sensores contínuos de monitorização da glicose.
  6. Se o diabetes não for tratado de forma adequada, podem surgir complicações, como retinopatia, nefropatia, neuropatia, pé diabético, infarto do miocárdio, acidente vascular cerebral, entre outros. Se o paciente já estiver com diagnóstico de complicação crônica, há tratamentos específicos para ajudar a levar uma vida normal.
  7. A educação em diabetes é muito importante para o tratamento. Não só o paciente precisa ser educado, mas também seus familiares e as pessoas que convivem com ele. Assim, o paciente pode ter o auxílio e o suporte necessários para um bom tratamento e tomar as decisões mais adequadas com base em conhecimento.
  8. Muitos casos de diabetes tipo 2 podem ser evitados quando se está dentro do peso normal, com hábitos alimentares saudáveis e com prática regular de atividade física.
  9. O fator hereditário é mais determinante no diabetes tipo 2. Ainda se estuda o que desencadeia o diabetes tipo 1 e, por enquanto, as infecções, principalmente virais, parecem ser as maiores responsáveis pelo desencadeamento do processo autoimune. No tipo 2, os casos repetidos de diabetes em uma mesma família são comuns, enquanto a recorrência familiar do diabetes tipo 1 é muito pouco freqüente.
  10. Ainda não há cura para o diabetes. Porém, estão sendo realizados estudos que, no futuro, podem levar à cura. Para o diabetes tipo 1, está sendo estudada a terapia com células-tronco em pacientes recém-diagnosticados. Já para o diabetes tipo 2, os estudos com a cirurgia de redução de estômago (gastroplastia) têm mostrado aparentes bons resultados, mesmo em pacientes que não estão acima do peso. Salienta-se que esses métodos ainda são absolutamente experimentais.

Fonte: Hermes Pardini, disponível em: https://www3.hermespardini.com.br/pagina/1683/10-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-diabetes.aspx

AN